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Porto Alegre, sexta-feira, 26 de outubro de 2018.
Dia do Trabalhador da Construção Civil. Dia da Democracia.

Jornal do Comércio

Política

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eleições 2018

Edição impressa de 26/10/2018. Alterada em 26/10 às 01h00min

Último debate do 2º turno mantém tom forte de críticas

O último debate do segundo turno das eleições para o governo do Estado foi quente, com a manutenção da troca de acusações entre os dois concorrentes no pleito, o atual governador José Ivo Sartori (MDB) e o ex-prefeito de Pelotas Eduardo Leite (PSDB).
Os candidatos se queixaram de desrespeito, ataques pessoais, fake news, relações do adversário com o PT e falta de propostas do oponente. Houve espaço para críticas fortes - Sartori questionou o tucano sobre o problema dos exames de prevenção ao câncer em Pelotas e falta de um plano concreto para o Estado, enquanto Leite questionou o governador sobre lentidão no governo e parcelamento dos salários do funcionalismo.
Veiculado pela RBSTV, o programa acabou se focando no tema da segurança pública no primeiro e segundo blocos, pois o tucano perguntou sobre a área nos primeiros minutos e, depois, o tema foi sorteado pelo apresentador no segundo bloco. Leite prometeu que priorizará questões como a articulação entre a Polícia Civil e a Brigada Militar, e a integração entre Estado e Municípios. Sartori respondeu que "essa proposta já está em andamento". "Mais uma vez o senhor diz que fará o que já estamos realizando".
Sartori também tentou, a exemplo de outros encontros com Leite, ligar a imagem do tucano ao PT, pela atuação de seu vice, Delegado Ranolfo (PTB). "Seu vice foi chefe de polícia do Tarso (Genro, PT). Vai mesmo adotar o modelo de segurança do governo do PT?", perguntou. Leite respondeu: "Ranolfo era do Estado, funcionária de carreira. Não era do governador, assim como o procurador-geral é do Estado e não do governo. Se o senhor pensa em aparelhamento político, há um problema aí", disse.
Outra discussão permeada pelo vai-e-vem de acusações foi sobre privatizações. Reiteradamente, Sartori acusou o adversário de "incoerência". "Diz que não vai privatizar o Banrisul, mas já falou que não tem preconceito em privatizar". Leite disse que quem privatizou o banco foi o emedebista, por meio da oferta de ações do banco, e "usou o dinheiro para o custeio da máquina", em vez de investimentos. Sartori lembrou que o governo de Yeda Crusius (PSDB, 2006-2010) "também houve venda de ações do Banrisul".
 
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