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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de outubro de 2018.
Dia Internacional do Combate à Obesidade.

Jornal do Comércio

Política

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Eleições 2018

Alterada em 11/10 às 17h24min

TSE quer ajuda de WhatsApp para tentar combater fake news

Tribunal estuda fazer um aplicativo para receber fake news disseminadas nas redes sociais

Tribunal estuda fazer um aplicativo para receber fake news disseminadas nas redes sociais


YASUYOSHI CHIBA/AFP/JC
Folhapress
Ainda sem apresentar resultados efetivos no combate a fake news, o conselho consultivo sobre internet e eleições coordenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou sua primeira reunião na tarde de quarta-feira (11).
Agora, o grupo informou que quer fazer uma parceria com o WhatsApp para tentar combater a proliferação de notícia falsa pela internet, em especial por meio de redes sociais. "Acabamos de alinhar um contato com o WhatsApp para fazermos uma reunião", disse Estêvão Waterloo, secretário-geral do TSE e coordenador do conselho consultivo.
Segundo ele, "a avaliação lá atrás é de que o cenário (de notícia falsa influenciando a eleição) seria muito pior. Não é cenário simples, é preocupante no mundo inteiro".
A proliferação de notícias falsas atingiu o próprio TSE e a confiabilidade na Justiça Eleitoral. O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) levantou a possibilidade de fraude da urna eletrônica, que chegou à 12ª eleição no país sob ataque inédito e relatos de desconfiança dos eleitores em redes sociais. O tribunal garante que o sistema é seguro.
Waterloo disse que o TSE estuda fazer um aplicativo para receber fake news e que o tribunal faz "todos os esforços" para que fique pronto até o segundo turno, dia 28 de outubro. Ele destacou que o tribunal vai fazer uma página no site para tratar de notícias falsas.
O TSE falhou no combate a fake news na campanha de primeiro turno e que as propostas do grupo criado pelo órgão não saíram do papel. O conselho consultivo, criado no fim da gestão de Gilmar Mendes, foi a bandeira da gestão do ministro Luiz Fux à frente do tribunal, de fevereiro a agosto de 2018.
Em junho, o então presidente do TSE, ministro Luiz Fux, disse que a legislação brasileira prevê a possibilidade de anulação de eleições se o resultado for influenciado pela difusão de fake news.
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