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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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Polícia Federal

Edição impressa de 11/10/2018. Alterada em 11/10 às 01h00min

Ex-governador de Goiás, Perillo é preso pela PF

Perillo não havia sido preso antes porque era candidato ao Senado, disse MPF

Perillo não havia sido preso antes porque era candidato ao Senado, disse MPF


WILSON DIAS/ABR/JC
O ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) foi preso, na tarde desta quarta-feira, pela Polícia Federal (PF). O tucano é investigado na operação Cash Delivery e já havia sido alvo de busca e apreensão na sexta-feira passada.
Perillo foi preso ao chegar na superintendência da PF, em Goiânia, para prestar depoimento sobre as acusações de delatores da Odebrecht Fernando Reis e Alexandre Barradas. Em suas delações, eles citaram repasses de R$ 10 milhões a Perillo - R$ 2 milhões na eleição de 2010 e R$ 8 milhões em 2014.
A informação sobre a prisão foi confirmada pela assessoria de Perillo e pelo seu advogado, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. De acordo com o advogado, "não há absolutamente nenhum fato novo que justifique o decreto do ex-governador Marconi Perillo, principalmente pelas mencionadas decisões anteriores que já afastaram a necessidade de prisão neste momento".
"O novo decreto de prisão é praticamente um 'copia e cola' de outra decisão de prisão já revogada por determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)", afirmou o advogado, em nota enviada à imprensa.
"Na visão da defesa, essa nova prisão constitui uma forma de descumprimento indireto dos fundamentos das decisões de liberdade concedidas a outros investigados", disse Kakay.
No dia da deflagração da Cash Delivery, o Ministério Público Federal (MPF), por meio de nota, informou que o tucano não havia sido alvo de mandado de prisão porque era candidato ao Senado - Perillo não foi eleito -, e a legislação eleitoral proíbe detenção na semana anterior ao pleito.
 
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