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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de outubro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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eleições 2018

Edição impressa de 10/10/2018. Alterada em 10/10 às 01h00min

Para PR, não há como quantificar se há maioria pró-PT ou pró-PSL

O Partido da República (PR) liberou seus parlamentares para apoiar qualquer um dos candidatos a presidente da República no segundo turno das eleições. A disputa se dará entre o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e o ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT).
No comando do PR, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, comunicou aos parlamentares sobre a decisão de neutralidade, depois de participar de reunião na segunda-feira, com outros dirigentes de partidos do Centrão (DEM, PP, PRB e Solidariedade), que estavam coligados ao tucano Geraldo Alckmin, derrotado no primeiro turno.
"Valdemar já autorizou a liberação em todos os Estados. Cada parlamentar apoia quem achar que deve", disse o líder do PR na Câmara, deputado José Rocha (BA), reeleito na Bahia e apoiador de Haddad. O PR tem atualmente 40 parlamentares na Casa e elegeu 33 para a próxima legislatura.
Rocha diz que não há como quantificar hoje se a bancada tem uma maioria pró-Haddad ou pró-Bolsonaro. Na Bahia, diz ele, a maioria é favorável ao petista por causa da coligação e base do governador reeleito Rui Costa, do PT. Já em São Paulo, há integrantes da bancada da bala que apoiam abertamente Bolsonaro, como o deputado capitão Augusto (PR-SP).
O líder do PR entende que os únicos partidos que conseguem orientar voto no segundo turno são os que ele chama de "ideológicos", principalmente de esquerda, como PDT e PSB, entre outros: "Orientação partidária no segundo turno não existe, a não ser os partidos ideológicos e os religiosos, as igrejas, que comandam".
 
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