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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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Câmara de Porto Alegre

Edição impressa de 03/10/2018. Alterada em 03/10 às 01h00min

Procempa tem quase R$ 9 milhões de déficit, diz presidente da companhia

O presidente da Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa), Paulo Roberto Miranda, relatou aos vereadores da Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor), na manhã desta terça-feira, que a empresa pública teve um déficit de R$ 8,9 milhões em 2017. Miranda atribuiu o resultado negativo às mais de 200 ações trabalhistas contra a Procempa.
A empresa, segundo o presidente, não tinha uma reserva de contingência nos níveis adequados para pagar os encargos. Apesar disso, alegou que ajustes nos critérios contábeis da Procempa provocaram um resultado operacional melhor na comparação com 2016. "Houve este prejuízo contábil de quase R$ 9 milhões, mesmo que o resultado de 2017 tenha sido melhor que 2016. A geração de caixa líquida se manteve estável e mostra uma situação de boa gestão financeira", disse aos vereadores.
De acordo com o balanço, houve ainda redução de 3,83% da receita operacional bruta, que passou de R$ 142,6 milhões, em 2016, para de R$ 137,1 milhões, em 2017. Segundo o presidente, isso decorre de um novo contrato firmado com a prefeitura.
"Até 2015, a Procempa não tinha contrato com a prefeitura. Em 2017, reestruturamos este contrato e caracterizamos melhor todos os serviços, o que permite ao paço municipal gerir e avaliar com mais precisão cada um deles. Estas revisões levaram à redução da receita operacional, que hoje corresponde à realidade, com preços que podem ser comparados com o mercado", avaliou Miranda.
Conforme o presidente da companhia, a Procempa também reduziu 5,09% dos custos da empresa, passando de R$ 91 milhões em 2016, para R$ 80 milhões em 2017. Entre as medidas, citou a renegociação do passivo com fornecedores, que caiu de R$ 8,3 milhões em 2016, para R$ 5,9 milhões em 2017; a redução dos gastos com plano de saúde, que estavam chegando a R$ 10 milhões ao ano e foram reduzidos para R$ 4,2 milhões; e a adoção do teto de remuneração de R$ 19 mil.
Entre os projetos que a Procempa está desenvolvendo, Miranda citou a modernização do Sistema 156, que deverá ser estendido para outras plataformas além do telefone; a iluminação pública inteligente; o cruzamento de grandes volumes de dados; e a consolidação de dados abertos, a fim de fomentar a participação de startups e de médias e pequenas empresas de Tecnologia da Informação (TI) na resolução de problemas da cidade.
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