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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Eleições 2018

Alterada em 19/09 às 17h01min

Cpers acata decisão do TRE e suspende distribuição de material contra Sartori em escolas

Distribuição de panfletos contra candidato do MDB durante caravana foi vetada por desembargador

Distribuição de panfletos contra candidato do MDB durante caravana foi vetada por desembargador


CACO ARGEMI/CPERS/DIVULGAÇÃO/JC
Notificado sobre a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) que proibiu a realização de atos contrários ao governador e candidato à reeleição José Ivo Sartori (MDB) nas escolas estaduais gaúchas, o Cpers-Sindicato, que representa os professores da rede pública estadual, divulgou nota na tarde desta quarta-feira (19) se comprometendo a cumprir a determinação da Justiça Eleitoral.
No último domingo (16), o desembargador eleitoral Gerson Fischmann determinou que o sindicato não poderia realizar campanha eleitoral ou distribuir materiais impressos considerados negativos ao candidato do MDB nos estabelecimentos de ensino durante a “Caravana em Defesa da Escola Pública Contra o Desmonte do Estado”, promovida em escolas do interior do Estado. A entidade também deveria remover de seu site e página no Facebook imagens referentes à caravana.
“Honrando nossa tradição de respeito às instituições democráticas, a partir desta quarta-feira os materiais citados no despacho não serão mais distribuídos nas reuniões com educadores(as), mas permanecem em circulação fora do espaço escolar. Duas publicações, também citadas no mandado, foram removidas do site e do Facebook da instituição”, escreveu o Cpers.
O sindicato, entretanto, negou que esteja realizando propaganda eleitoral negativa em relação a Sartori, alegando que apenas dialoga com sua base sobre as ações da atual gestão do Estado e da posição de deputados relação a projetos que tratam sobre a educação. “Causa surpresa, então, que o candidato avalie como ‘propaganda negativa’ a exposição de seus próprios feitos à frente do Estado’, provocou a entidade.
De acordo com o Cpers, a caravana já visitou mais de mil escolas no Rio Grande do Sul e segurá sendo realizada.
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