Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 17 de setembro de 2018.
Dia do Transportador Rodoviário de Carga.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Eleições 2018

Edição impressa de 17/09/2018. Alterada em 17/09 às 01h00min

Candidatos intensificam estratégias de segurança

Contato de Alckmin com a população acontece mais em ambientes internos

Contato de Alckmin com a população acontece mais em ambientes internos


MAURO PIMENTEL/AFP/JC
Na semana seguinte ao atentado contra Jair Bolsonaro (PSL) durante um evento de campanha em Minas Gerais, outros presidenciáveis optaram por mudar, de forma discreta, seus esquemas de segurança em agendas públicas. Os quatro candidatos que, além de Bolsonaro, tinham solicitado proteção da Polícia Federal (PF) - Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Álvaro Dias (Podemos) - tiveram o número máximo de agentes da PF disponíveis aumentado de 21 para 25 já nesta semana.
Além do maior efetivo, no entanto, algumas campanhas, como a de Marina, optaram por redobrar a cautela nas atividades de corpo a corpo em locais públicos. O número de policiais que a acompanham foi aumentado de 13 para 25, em esquema rotativo. 
No caso de Fernando Haddad (PT), a mudança na segurança foi feita após a oficialização da sua candidatura, na última terça-feira. Antes, ele tinha apenas um segurança em sua equipe, além dos assessores pessoais que costumavam o acompanhar em todas as agendas - então como vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Depois de Haddad se tornar o cabeça de chapa, mais três seguranças foram incorporados à comitiva, nenhum da PF. Segundo auxiliares, não há restrição de local para a realização de eventos de campanha.
Os candidatos Geraldo Alckmin e Ciro Gomes dizem não ter reforçado sua segurança. "Olha aqui a minha segurança: é o povo, governador, deputado, senador, deputada", disse Ciro, ao ser questionado em uma caminhada em Mauá, na Grande São Paulo, na segunda-feira passada. 
Alckmin também afirmou que não reforçaria sua segurança para não restringir o contato com o povo. A campanha do tucano, porém, privilegia encontros em ambientes fechados. O candidato faz algumas caminhadas ao ar livre, mas seu contato com a população se dá mais nas paradas para o cafezinho.
Dono de uma fortuna de R$ 377 milhões, Henrique Meirelles (MDB) preferiu dispensar, durante a campanha, a oferta de escolta da PF, ficando apenas com os dois guarda-costas particulares que o acompanham há anos. Ele também optou por não contratar mais seguranças. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia