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Porto Alegre, sexta-feira, 14 de setembro de 2018.
Aniversário da cidade de Viamão.

Jornal do Comércio

Política

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eleições 2018

Edição impressa de 14/09/2018. Alterada em 14/09 às 01h00min

Eleições gaúchas contarão com 118 mil mesários

Nos dias de votação, efetivo do TRE tem reforço de cidadãos convocados

Nos dias de votação, efetivo do TRE tem reforço de cidadãos convocados


/EDUARDO SEIDL/ARQUIVO/JC
Paulo Egídio
Cerca de 118 mil pessoas, entre mesários e auxiliares, trabalharão nas eleições de 2018 no Rio Grande do Sul. Desse contingente, aproximadamente 70% são voluntários, que se comprometeram a atuar tanto no primeiro quanto no segundo turno, informa o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Sul.
Conforme o coordenador de Eleições do TRE, Cássio Vicente Zasso, os critérios de seleção dos mesários variam de acordo com o juiz de cada zona eleitoral e a disponibilidade do eleitorado. "Em regra, são considerados o grau de instrução, a atividade profissional (preferência para servidores públicos, serventuários da Justiça e universitários), além da voluntariedade", afirma Zasso.
Os eleitores que desejam atuar como mesários nas eleições de 2018 ainda podem se cadastrar junto ao TRE. Qualquer cidadão, maior de 18 anos e em situação regular com a Justiça Eleitoral pode se cadastrar.
Neste ano, cada seção eleitoral terá quatro mesários durante o primeiro turno e três durante o segundo. Entre os benefícios de atuar como mesário, estão o direito a dois dias de folga no trabalho e auxílio-alimentação de R$ 35,00.
A atuação nas eleições também pode servir como critério de desempate em concursos públicos, desde que isso esteja previsto no edital do certame. No caso de universitários, a participação é aceita como atividade complementar em algumas instituições de ensino.
De acordo com Paulo Henrique Konzen, chefe de cartório da 112ª Zona Eleitoral de Porto Alegre, todas as pessoas previamente listadas já foram convocadas. No entanto, outros eleitores ainda podem ser chamados pelo TRE. "Ainda estamos recebendo pedidos de dispensa e, até a véspera da eleição, podem ocorrer substituições", indica.
Isto, no entanto, é pouco provável, já que há uma lista de espera de voluntários. "Convocamos em torno de 40 ou 50 mesários suplentes, que ficarão nas diferentes juntas eleitorais. Se o presidente da seção constata que um dos membros da mesa faltou, eles (voluntários) suprem a ausência", explica.
Em caso de falta no dia de eleição, o mesário precisa apresentar justificativa. Se não o fizer, além de ser multado, ele fica com sua situação irregular com a Justiça Eleitoral - o que impede, por exemplo a emissão de passaporte.
 
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