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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Eleições 2018

06/09/2018 - 14h09min. Alterada em 06/09 às 14h09min

Temer usa Twitter para rebater críticas de Alckmin e atacar Haddad

Presidente estaria irritado com as críticas que vem sofrendo durante a campanha

Presidente estaria irritado com as críticas que vem sofrendo durante a campanha


CESAR ITIBERE/AFP PHOTO/JC
Agência Brasil
Normalmente avesso a polêmicas, o presidente Michel Temer (MDB) tem utilizado sua conta pessoal no Twitter para reagir aos ataques ao seu governo veiculados nas propagandas eleitorais de candidatos ao Palácio do Planalto.
Em sua primeira intervenção, ele e mirou o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin. Em dois vídeos dirigidos diretamente ao tucano, Temer apela para que ele "seja realista" e "não atenda aos que dizem seus marqueteiros, atenda apenas à verdade". Os posts, que somam três minutos, foram divulgados na noite de quarta (5) e nesta quinta-feira (6), e já ultrapassaram 700 mil visualizações.
Nas manifestações, o presidente lembra que o PSDB participou ativamente de seu governo, indicando os titulares dos ministérios das Relações Exteriores e Cidades e da Secretaria de Governo, e ponderou que Alckmin critica áreas do governo que foram ocupadas por partidos que hoje o apoiam.
O candidato do PSDB reagiu às declarações do presidente também no Twitter, em duas postagens, mas sem gravar vídeo. Ele admitiu que participou do governo, mas não votou em Temer. "Eu não votei no Temer; ele era da chapa da Dilma. Eles se escolheram duas vezes (...). Votamos no que acreditamos, independentemente de fazer parte do governo". Em outra manifestação, Geraldo Alckmin atacou diretamente Michel Temer. "O problema não são os ministros, mas o presidente que não tem liderança nem legitimidade".
Em novo vídeo publicado no início da tarde, Temer dispara críticas ao ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, candidato a vice-presidente na chapa do PT. O presidente ironiza a situação do petista, que deve assumir a cabeça da chapa porque o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi declarado inelegível pela Justiça. "Você que pode ser candidato a vice-presidente, ou candidato a presidente da República, não sei bem como serão as coisas", diz Temer.
O presidente também rechaçou o termo golpista, amplamente usado pelo PT e outros adversários para se referir a ele, diz que a reforma trabalhista realizada por seu governo "recupera a modernidade do nosso País" e que nenhum direito dos trabalhadores foi retirado. 
O emedebista está irritado pelas críticas que seu governo vem recebendo nas campanhas eleitorais. Temer está gravando novos vídeos, que deverão ser publicados ainda nesta quinta-feira e nos próximos dias. Ele deverá voltar a carga a Alckmin, mas também deverá abarcar outros candidatos que têm usado sua gestão como exemplo ruim nas campanhas eleitorais.
Com informações da Agência Brasil e Estadão Conteúdo
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