Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 22 de agosto de 2018.
Dia do Folclore.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

eleições 2018

Edição impressa de 22/08/2018. Alterada em 22/08 às 01h00min

PT decide atrasar recursos por Lula no STF e no STJ

Folhapress
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu mudar de estratégia e atrasar a ofensiva de recursos nos tribunais superiores, como Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar garantir a candidatura do petista ao Planalto.
Com aval do ex-presidente, os advogados resolveram pela mudança de tática depois da manifestação do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que, na sexta-feira, pediu ao Brasil que não impeça Lula de concorrer à eleição até que o caso transite em julgado (quando não existe mais possibilidade de recorrer). A ideia é explorar politicamente ao máximo a questão da ONU no processo que tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A procuradora-geral, Raquel Dodge, e o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) já contestaram a validade do registro da candidatura do ex-presidente.
O prazo para as contestações termina hoje. Depois, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no TSE, vai abrir prazo de sete dias para a defesa se manifestar.
É neste período que o PT pretende intensificar o discurso de que a ONU defende a candidatura do ex-presidente.
A tese de Lula e de dirigentes do PT é que, quanto mais próximo ao primeiro turno se der a substituição do nome do ex-presidente na urna, maior será a possibilidade de seu espólio eleitoral ser herdado por Fernando Haddad (PT), que deverá assumir a candidatura se Lula for declarado inelegível. Em conversas reservadas, petistas admitem que dificilmente o Judiciário brasileiro vai acatar a recomendação do comitê da ONU, mas ressaltam que é essencial explorar o fato politicamente, inclusive para ampliar a campanha internacional a favor do líder da legenda.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia