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Porto Alegre, terça-feira, 21 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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eleições 2018

21/08/2018 - 14h30min. Alterada em 21/08 às 14h47min

Finanças e funcionalismo dominam debate entre candidatos ao Piratini

Debatedores utilizaram o espaço para criticar a política do atual governo ante servidores

Debatedores utilizaram o espaço para criticar a política do atual governo ante servidores


RUVANA DE CARLI/CRCRS/DIVULGAÇÃO/JC
Bruna Suptitz
No debate entre promovido na manhã desta terça-feira (21) pelo Sescon, com transmissão da Rádio Guaíba, os candidatos ao governo do estado utilizaram o tempo das perguntas para apresentar as suas propostas para diferentes áreas. O atual governador, José Ivo Sartori (MDB), foi o principal alvo dos adversários tanto nas perguntas dirigidas a ele quanto no debate entre os outros candidatos.
O tema do funcionalismo público estadual - o gasto com pessoal em relação à receita corrente líquida (RCL) e o número crescente de servidores inativos, que supera o de ativos no Estado - surgiu logo no início do debate, em uma pergunta comum a todos os candidatos. Conforme dados apresentados pelo vice-presidente do Sescon-RS, Mauricio Gatti, a despesa com pessoal passou de 69% da receita corrente líquida em 2005 para 79% em 2017. Ele questionou que medidas os postulantes ao Piratini pretendem tomar para reverte ambas as situações.
Os debatedores utilizaram o espaço para criticar a política do atual governo em relação aos servidores. Roberto Robaina (PSOL) disse que há uma curva na relação entre ativos e inativos porque não há reposição dos quadros que se aposentam, e sustentou que a solução depende do aumento de receita. O mesmo foi alegado por Júlio Flores (PSTU), criticando o governador por repassar aos servidores a culpa pela falta de recursos.
A proposta apresentada por Jairo Jorge (PDT) foi da redução de impostos para incentivar o aumento da arrecadação – o candidato, a exemplo de debates anteriores, usou exemplos da sua gestão como prefeito de Canoas para aplicar no Estado. O ex-prefeito de Pelotas, Eduardo Leite (PSDB) usou a mesma estratégia de apresentar sua experiência como gestor e sustentou que revisará as isenções fiscais concedidas pelo Estado como uma das formas de garantir sustentabilidade financeira. Rossetto também
Já Mateus Bandeira (Novo) criticou a despesa com pessoal que, para ele, é um gasto que o governo deveria ter livre para investir em outras áreas. Sartori, por sua vez, sustentou que a situação pode ser revertida seguindo o caminho adotado na sua gestão, tendo como principal proposta a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal do governo Federal.
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