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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Governo Federal

Alterada em 10/08 às 13h42min

Aumento do Judiciário ainda tem que passar pelo Congresso, diz Temer

Brazilian President Michel Temer delivers a speech during the inauguration ceremony of his new Labour Minister Caio Vieira de Mello at the Planalto Palace in Brasilia on July 10, 2018. 
Vieira de Melo replaces Helton Yomura, who resigned after being accused of corruption. / AFP PHOTO / EVARISTO SA
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Brazilian President Michel Temer delivers a speech during the inauguration ceremony of his new Labour Minister Caio Vieira de Mello at the Planalto Palace in Brasilia on July 10, 2018. Vieira de Melo replaces Helton Yomura, who resigned after being accused of corruption. / AFP PHOTO / EVARISTO SA Caption


EVARISTO SA/AFP/JC
O presidente da República, Michel Temer, esquivou-se, nesta sexta-feira (10) de dar sua opinião sobre o reajuste salarial de 16,38% pleiteado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. "Isso ainda terá que ser votado pelo Congresso. Se chegar até mim, eu vou analisar", disse a jornalistas após participar de um evento do programa Minha Casa Minha Vida em Goiânia.
Na última quarta-feira (8), o STF aprovou a inclusão do reajuste no salário dos próprios ministros na proposta orçamentária a ser encaminhada ao Ministério do Planejamento. Considerado o teto do funcionalismo público, a remuneração atual dos ministros do STF é de R$ 33.763,00 e pode subir para R$ 39.293,32, um aumento de R$ 5,5 mil.
O impacto estimado do reajuste é de R$ 2,77 milhões para o STF e um efeito cascata de R$ 717,1 milhões só para o Poder Judiciário, com impacto em todos os poderes.
Apesar de estar incluso na proposta orçamentária da Corte, o reajuste salarial ainda precisa ser aprovado pelo Senado Federal (o projeto de lei já recebeu aval da Câmara) e sancionado pelo presidente Michel Temer para entrar em vigor.
Temer elogiou a participação do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles no debate entre os presidenciáveis realizado pela TV Bandeirantes na quinta (9). "Ele foi bem, muito bem", respondeu. Meirelles é candidato à Presidência pelo MDB e, apesar de ser do mesmo partido de Temer, tem evitado levar para a sua campanha a marca do presidente, que possui uma das maiores rejeições da história.
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