Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 09 de agosto de 2018.
Dia Internacional dos Povos Indígenas.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

eleições 2018

Edição impressa de 09/08/2018. Alterada em 09/08 às 01h00min

Temer mantém viagem para o Paraguai com Maia e Eunício

Eunício (e) e Maia (d) ficariam inelegíveis caso assumissem a Presidência mesmo provisoriamente

Eunício (e) e Maia (d) ficariam inelegíveis caso assumissem a Presidência mesmo provisoriamente


EVARISTO SA/AFP/JC
Folhapress
O presidente Michel Temer (MDB) fez um acordo e vai levar os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB), para a posse do presidente eleito do Paraguai, Mario Abdo Benítez, na próxima quarta-feira, dia 15 de agosto.
O compromisso foi confirmado pelas assessorias dos três, que devem ir e voltar do país vizinho no mesmo dia. No final de julho, Temer havia cancelado a sua agenda de viagens internacionais nas primeiras semanas de agosto, pois Maia e Eunício não queriam ter que deixar o País novamente.
De acordo com a ordem sucessória, na ausência de um vice-presidente, quem deveria assumir seria o presidente da Câmara, ou o presidente do Senado, respectivamente. No entanto tanto Maia quanto Eunício irão se candidatar nas eleições de outubro e ficariam inelegíveis caso assumissem a presidência, ainda que provisoriamente.
Temer convenceu os dois a acompanhar a agenda internacional novamente, e a expectativa é de que os três viajem em um mesmo voo. 
Desde abril, Temer fez quatro viagens internacionais para cumprir compromissos oficiais. Com isso, Maia e Eunício também tiveram que sair do País em todas essas situações, fazendo com que a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, próxima na linha sucessória, assumisse o cargo.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia