Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 02 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Congresso Nacional

Edição impressa de 02/08/2018. Alterada em 02/08 às 01h00min

Parlamentares 'enforcam' semana pós-recesso

Na primeira semana de trabalho no Congresso após o término do recesso parlamentar, a previsão de dois cultos religiosos figura solitária nos telões do Senado, que deveriam exibir a lista de atividades dos senadores. Essas serão as duas únicas reuniões desta semana na ala das comissões.
Oficialmente, o recesso parlamentar acontece entre 18 e 31 de julho. Deputados e senadores deveriam ter voltado ao trabalho nesta quarta-feira, mas Câmara e Senado não agendaram nenhuma sessão para votação de projetos. As comissões das duas casas também não têm reuniões marcadas pelo menos até a próxima semana.
A Câmara ficou esvaziada nesta quarta, dia que costuma ser o mais movimentado do Congresso. Até o meio da tarde, apenas 20 dos 513 deputados passaram pelo local.
O presidente da casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que é candidato à reeleição, não era um dos presentes. Segundo sua assessoria, Maia está no Rio de Janeiro, sem compromissos oficiais.
Nas próximas semanas, os presidentes da Câmara e do Senado pretendem fazer um "esforço concentrado", nos dias 7, 8, 13 e 14, para a votação de projetos. Isso porque, após o recesso, as atenções dos parlamentares já estão voltadas à disputa eleitoral de outubro.
O foco dos trabalhos deve ser, portanto, a aprovação de projetos considerados menos polêmicos e de medidas provisórias. Elas têm de ser votadas até um prazo determinado, ou perdem a validade. Na próxima semana, os parlamentares devem votar duas medidas editadas pelo governo em razão da greve dos caminhoneiros.
Uma delas garante cota de 30% para fretes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para autônomos, e a outra dispõe sobre a isenção de pedágio para o eixo suspenso de caminhões.
Da agenda econômica, pouco deve avançar antes das eleições. Entre as propostas que podem encontrar dificuldades em plenário está o cadastro positivo, que foi aprovado em maio, mas ainda aguarda a votação de destaques. Uma das propostas que o governo pretende tratar como prioridade é a que aumenta a tributação sobre fundos de investimentos exclusivos.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia