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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Eleições 2018

Edição impressa de 23/07/2018. Alterada em 23/07 às 10h48min

NOVO e PSOL são primeiros partidos a oficializarem candidatos ao governo do Estado

Robaina (ao microfone) foi confirmado pelo PSOL para a disputa

Robaina (ao microfone) foi confirmado pelo PSOL para a disputa


/MARCO QUINTANA/JC
Os primeiros partidos a realizarem suas convenções estaduais e definirem seus candidatos no Rio Grande do Sul foram o NOVO e o PSOL. Na sexta-feira, o ex-secretário do Planejamento de Yeda Crusius (PSDB, 2007-2010) Mateus Bandeira foi oficializado como candidato a governador pelo NOVO. No domingo, o PSOL confirmou o nome do vereador Roberto Robaina para disputar o Palácio Piratini.
A convenção do NOVO reuniu centenas de filiados no Chalé da Praça XV, em Porto Alegre, onde também foi celebrado o nome do vice de Bandeira, o ex-procurador-geral do Município Bruno Miragem. 
Nas chapas proporcionais, a legenda lançou 25 candidatos para a Assembleia Legislativa e 18 para a Câmara dos Deputados. Entre os candidatos a deputado federal, está o ex-deputado estadual Marcel Van Hattem, que trocou o PP pelo NOVO no início do ano, justamente para disputar as eleições. O NOVO não vai fazer coligações, conforme diretriz nacional do partido. 
"Essas candidaturas representam todos que estão cansados de sustentar um Estado obeso e a corrupção, todos que estão cansados da velha política. São cidadãos comuns que acreditam que a mudança se faz com atitude, sem usar os impostos dos cidadãos", resumiu Bandeira - fazendo menção ao compromisso do partido em não usar verba do Fundo Partidário.
No domingo, o PSOL reuniu sua militância na Câmara Municipal de Porto Alegre, onde lançou a chapa da coligação "Independência e luta para mudar o Rio Grande (PSOL-PCB)", liderada por Robaina. A vaga de vice ficou com a professora de História da rede estadual Camila Goulart (PSOL). O evento ainda confirmou as candidaturas ao Senado do advogado viamonense Romer Guex (PSOL) e do trabalhador dos Correios Cleber Soares (PCB).
"Vamos mostrar que é possível governar o Rio Grande do Sul de outra forma, sem atacar os servidores públicos. Queremos fortalecer uma política de segurança pública que respeite a comunidade e não tenha como alvo massacrar a juventude pobre da periferia, valorizando os policiais e combatendo prioritariamente os crimes contra a vida", defendeu Robaina.
No plano das finanças públicas, o candidato ao governo do Estado do PSOL defendeu o combate à "sonegação e isenções fiscais que privilegiam apenas grandes empresas" e defendeu "a suspensão do pagamento da dívida do Estado com a União e a revogação da Lei Kandir". No evento de domingo, a sigla também definiu que a campanha do PSOL vai buscar o fim do auxílio-moradia a integrantes do Judiciário.
Nas proporcionais, a sigla oficializou uma nominata com 27 candidatos a deputado estadual. Entre eles, o deputado estadual Pedro Ruas e a ex-deputada Luciana Genro. O partido também vai ter 46 nomes disputando o cargo de deputado federal, como por exemplo a vereadora Fernanda Melchionna.
No sábado, o PSB também se reuniu com a sua militância no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa. Mas ao contrário dos eventos do NOVO e do PSOL, a reunião do PSB não foi uma convenção, mas um congresso estadual - que contou inclusive com a presença do governador José Ivo Sartori (MDB).
No evento, cerca de 700 lideranças do PSB aprovaram por unanimidade o apoio à reeleição de Sartori e indicação de Beto Albuquerque (PSB) para disputar uma das vagas ao Senado na chapa liderada pelo emedebista. O governador lembrou que a parceria com o PSB teve início na prefeitura de Caxias do Sul, em 2008, e teve continuidade na eleição à presidência da República, em 2014.
"Continuamos a parceria, com (o falecido candidato à presidência da República) Eduardo Campos (PSB) e Beto Albuquerque. Plantamos uma semente de amizade, confiança e solidariedade. Um novo projeto para o Rio Grande e para o Brasil. Com o falecimento de Eduardo, seguimos juntos com a (então filiada ao PSB) Marina Silva (hoje na REDE) e o Beto. Aqui no Estado, tivemos o apoio dos deputados estaduais do PSB, que enfrentaram, muitas vezes, interesses pessoais e colocaram o Rio Grande acima de tudo", lembrou Sartori.
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