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Porto Alegre, quinta-feira, 19 de julho de 2018.
Nelson Mandela Day.

Jornal do Comércio

Política

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eleições 2018

Edição impressa de 19/07/2018. Alterada em 19/07 às 01h00min

Ciro Gomes volta a negar racismo e ataca atuação de promotores

Pedetista disse que acabaria com a 'mamata' dos promotores

Pedetista disse que acabaria com a 'mamata' dos promotores


/EVARISTO SA/AFP/JC
Uma semana após o Ministério Público de São Paulo pedir a abertura de um inquérito para investigar se o pré-candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, cometeu ato de racismo ao chamar o vereador de São Paulo Fernando Holiday (DEM) de "capitão do mato", o presidenciável minimizou o episódio como "baboseira da política", negou que tenha sido racista e voltou a afirmar que aqueles que "perseguem a agenda dos negros" são capitães do mato. Em palestra na noite anterior, Ciro havia chamado de "filho da puta" a promotora que o acusou de racismo, sem saber que se tratava de uma mulher.
Em entrevista à "Rádio Bandeirantes" na manhã desta quarta-feira, Ciro disse que, ao realizar a comparação com Holiday, estaria defendendo os negros. Para justificar a declaração, o pré-candidato destacou que eles eram escravos libertos contratados para perseguir negros.
Além da abertura de inquérito, a declaração dada por Ciro à rádio "Jovem Pan" também motivou a abertura de uma ação civil na Justiça paulista, onde Holiday pede R$ 38 mil de indenização. Na ocasião, Ciro afirmou que o vereador era "um negro usado pelo preconceito para estigmatizar".
Numa palestra na noite desta terça-feira, ao falar sobre privilégios de juízes e promotores, Ciro foi para cima do promotor e disse que acabaria com a "mamata" dos promotores. "Um promotor aqui de São Paulo resolve me processar por injúria racial. E pronto, um filho da puta desse faz isso. Ele que cuide de gastar o restinho das atribuições dele, porque se eu for presidente essa mamata vai acabar", afirmou Ciro.
 
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