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Porto Alegre, quarta-feira, 20 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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operação lava jato

Notícia da edição impressa de 20/06/2018. Alterada em 20/06 às 01h00min

Deputados tentam retirar nomes da CPI das Delações

Receosos com a repercussão negativa que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Delações pode causar, 25 deputados protocolaram pedido para a retirada de assinatura em documento apresentado para a criação da comissão. No dia 30 de maio, o pedido para a instalação de uma CPI com o objetivo de investigar "possíveis manipulações" em delações premiadas foi entregue com 190 assinaturas. Segundo a assessoria técnica da Câmara, não é possível pedir a retirada de assinatura para a criação de CPI, pois o regimento não permite.
O pedido de abertura da CPI está na mesa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Há uma semana,  disse que a comissão não seria usada como instrumento de pressão contra a Operação Lava Jato. "Nós temos que avaliar, porque CPI precisa de fato determinado. Se a CPI tiver um fato determinado, ela pode ser instalada. E, se ela for instalada, ela vai cumprir um objetivo. Ela não será (instalada) analisando qualquer caso. A Câmara não será um instrumento para pressionar para cá ou para lá os advogados", disse o presidente da Câmara.
Tentaram retirar as assinaturas, nesta terça-feira, os gaúchos Luis Carlos Heinze (PP), Giovani Cherini (PP), Osmar Terra (MDB), Darcísio Perondi (MDB), Covatti Filho (PP), Jerônimo Goergen (PP) e José Stédile (PSB), além de Goulart (PSD-SP), Laura Carneiro (DEM-RJ), Evair Vieira de Melo (PP-ES), Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), Flaviano Melo (MDB-AC),  José Rocha (PR-BA), Vitor Valim (Pros-CE), Rogério Rosso (PSD-DF), Gonzaga Patriota (PSB-PE), Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO), Valdir Colatto (MDB-SC), Rôney Nemer (PP-DF), Toninho Wandscheer (Pros-PR), Alceu Moreira (MDB-RS),  Jhonatan de Jesus (PRB-RR), Júlio Delgado (PSB-MG), Augusto Carvalho (SD-DF) e Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC).
 
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