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Opinião

- Publicada em 25 de Abril de 2022 às 20:01

Lutamos por uma Constituição nova, que hoje está sendo desrespeitada

Jocelin Azambuja
Vivemos um momento muito difícil em nosso País, de ameaça constante às nossas liberdades. Lembro que na minha juventude, com meus amigos, tínhamos a alegria de viver libertos. Em 1967, estudava no colegial na E.E. Inácio Montanha em POA, concorremos em eleições do Grêmio Estudantil com urnas do TRE e vencemos, assumi a presidência com um grupo muito unido e dinâmico, fazíamos política estudantil.
Vivemos um momento muito difícil em nosso País, de ameaça constante às nossas liberdades. Lembro que na minha juventude, com meus amigos, tínhamos a alegria de viver libertos. Em 1967, estudava no colegial na E.E. Inácio Montanha em POA, concorremos em eleições do Grêmio Estudantil com urnas do TRE e vencemos, assumi a presidência com um grupo muito unido e dinâmico, fazíamos política estudantil.
Nosso grupo participava de congressos estudantis por todo o Estado. Fazíamos bailes nos clubes União, Gaúcho, Teresópolis e outros. Saíamos a noite para colar cartazes de divulgação pela cidade, voltávamos de madrugada e nunca fomos presos ou assaltados, meninos e meninas de 15 a 17 anos. A escola tinha qualidade e vencemos na vida.
Lutamos para ter uma Constituição nova, mas infelizmente, hoje vivemos tudo ao contrário. Sem segurança, sem paz, com nossa Constituição sendo permanentemente desrespeitada por aqueles que juraram respeitá-la, em especial o nosso STF.
Lembro ainda de minha formatura no direito da Puc, turma de 1983, que tive a honra de ser o orador e no final de minha oração fundada em manifestação da importância que tínhamos como bacharéis em Direito de lutar em defesa das liberdades, democracia, ética e outros princípios nossos, ao final fui abraçado pelo dr. Paulo Brossard de Souza Pinto, nosso senador que viria a ser ministro da Justiça, do STF e do TSE, onde deixou marcas profundas em defesa da Constituição Federal de 1988, nos elogiando e nos apoiando. Hoje nos sentimos como advogados e cidadãos, tristes ao ver ministros decidindo contra nossa CF, não respeitando as liberdades fundamentais, como do direito de manifestação, de comunicação, de ir e vir entre outros. Não sabemos em nome do que ou de quem, se de suas ideologias políticas ou pessoais, pois do Brasil não são. Como ficará o futuro de nosso país e da CF?
Como diz aquela música: “Liberdade, Liberdade abre as asas sobre nós”, tem nos restado pedir a Deus que nos dê forças para continuar lutando em defesa de nossa CF e da cidadania, da família, de valores morais e éticos, nunca deixando de votar escolhendo políticos que tenham esses princípios.
Advogado
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