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Porto Alegre, terça-feira, 07 de setembro de 2021.
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Opinião

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Artigo

- Publicada em 14h31min, 07/09/2021. Atualizada em 20h51min, 07/09/2021.

Planos perdidos

Hernane Cauduro
A medida em que se aproximam as eleições para governador e presidente da República de 2022, instituições, entidades e representações setoriais, verdadeiramente interessados nos destinos do País começam a se debruçar na elaboração de estudos e propostas para subsidiar os planos de governo dos candidatos.
A medida em que se aproximam as eleições para governador e presidente da República de 2022, instituições, entidades e representações setoriais, verdadeiramente interessados nos destinos do País começam a se debruçar na elaboração de estudos e propostas para subsidiar os planos de governo dos candidatos.
Via de regra, afora pleitos corporativos descartáveis, tais contribuições contêm elementos valiosos, fruto de análises acuradas levadas a efeito por capacitados técnicos com base em benchmarking consagrados de nações com muito menos potencialidades que as nossas e que, partindo de realidades absolutamente adversas, em poucas décadas conseguiram dar a volta por cima passando a figurar entre os principais players da economia mundial.
Essas contribuições também resultam da experiência concreta dos setores produtivos, especialmente da área empresarial, obtida no dia a dia das suas atividades, sofrendo na carne os efeitos adversos de políticas governamentais equivocadas e de legislações que por vezes estão na contramão do que de fato atende o interesse da população: geração de empregos e renda.
Infelizmente entre nós, uma vez chegados ao poder os candidatos vitoriosos, por falta de projeto de Estado, atuam com visão limitada ao mandato, quase sempre focada em aumentar receitas através de elevação de impostos e corte de investimentos, deixando as reformas estruturantes em segundo plano.
Vice-presidente da Abimaq-RS
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