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Opinião

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Artigo

- Publicada em 19h25min, 02/09/2021.

Pode comer tranquilo

Gilkiane Cargnelutti
Todos os anos dezenas de estudos, pesquisas e relatórios são lançados envolvendo o uso de defensivos agrícolas no Brasil e, mesmo assim, há muita desinformação sobre a utilização desses produtos por parte da sociedade.
Na esteira dos discursos ideológicos desconectados da nossa realidade agrícola, o setor vem perdendo oportunidades de ocupar lugar de destaque no cenário mundial. As polêmicas ainda causam preocupações desnecessárias aos consumidores e prejuízos incalculáveis aos produtores rurais.
Precisamos esclarecer que na agricultura moderna existem diferentes tipos de herbicidas que são usados para proteger as plantações do ataque de insetos, plantas daninhas e doenças que atingem o ciclo de uma cultura.
Nosso clima tropical exige profissionalismo e tecnologia de ponta para que o produtor proceda de maneira assertiva contra as pragas e doenças que, em ambiente quente e úmido, se proliferam livremente.
Na lavoura nada é feito de maneira irresponsável, e um dos desafios dos produtores é a aplicação correta dos agroquímicos, tanto para garantir a qualidade dos alimentos quanto para reduzir os custos de produção.
A realidade é que a ciência evoluiu muito e precisamos entender os resultados das novas tecnologias, que garantiram que os agricultores brasileiros produzissem o suficiente para alimentar cerca de 800 milhões de pessoas durante a pandemia da covid-19.
O Brasil é um dos poucos países do mundo que utiliza o termo agrotóxico para se referir aos produtos químicos que são utilizadas no combate às pragas agrícolas. Pode-se utilizar esse conceito como sinônimo, mas não se pode dizer que o agronegócio é tóxico. Isso é um desrespeito com os homens e as mulheres do campo.
Os excessos devem ser controlados com fiscalização e o uso correto dos pesticidas, afinal, a diferença entre o remédio e o veneno está na dose. Pode comer tranquilo que a sua comida não está envenenada. Busque informação de qualidade, pois a valorização do agro é intrínseca à verdade.
Todos os anos dezenas de estudos, pesquisas e relatórios são lançados envolvendo o uso de defensivos agrícolas no Brasil e, mesmo assim, há muita desinformação sobre a utilização desses produtos por parte da sociedade.
Na esteira dos discursos ideológicos desconectados da nossa realidade agrícola, o setor vem perdendo oportunidades de ocupar lugar de destaque no cenário mundial. As polêmicas ainda causam preocupações desnecessárias aos consumidores e prejuízos incalculáveis aos produtores rurais.
Precisamos esclarecer que na agricultura moderna existem diferentes tipos de herbicidas que são usados para proteger as plantações do ataque de insetos, plantas daninhas e doenças que atingem o ciclo de uma cultura.
Nosso clima tropical exige profissionalismo e tecnologia de ponta para que o produtor proceda de maneira assertiva contra as pragas e doenças que, em ambiente quente e úmido, se proliferam livremente.
Na lavoura nada é feito de maneira irresponsável, e um dos desafios dos produtores é a aplicação correta dos agroquímicos, tanto para garantir a qualidade dos alimentos quanto para reduzir os custos de produção.
A realidade é que a ciência evoluiu muito e precisamos entender os resultados das novas tecnologias, que garantiram que os agricultores brasileiros produzissem o suficiente para alimentar cerca de 800 milhões de pessoas durante a pandemia da covid-19.
O Brasil é um dos poucos países do mundo que utiliza o termo agrotóxico para se referir aos produtos químicos que são utilizadas no combate às pragas agrícolas. Pode-se utilizar esse conceito como sinônimo, mas não se pode dizer que o agronegócio é tóxico. Isso é um desrespeito com os homens e as mulheres do campo.
Os excessos devem ser controlados com fiscalização e o uso correto dos pesticidas, afinal, a diferença entre o remédio e o veneno está na dose. Pode comer tranquilo que a sua comida não está envenenada. Busque informação de qualidade, pois a valorização do agro é intrínseca à verdade.
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