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Opinião

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- Publicada em 16h58min, 07/06/2021.

Uma CPI para travar o País

Gregório José
Quando os deputados federais e senadores da República se veem apertados para votar algo importante para o País, eles literalmente param os serviços com uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). Sempre foi assim e sempre será.
Quando os deputados federais e senadores da República se veem apertados para votar algo importante para o País, eles literalmente param os serviços com uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). Sempre foi assim e sempre será.
Não é cabível que o povo, os eleitores, os humildes trabalhadores votem em representantes políticos que atendem a interesses próprios e de grupos políticos que buscam manter o poder através de cadeiras no Congresso nacional.
Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso; Luiz Inácio Lula da Silva; Dilma Rousseff e Michel Temer falaram que era preciso, mais do que urgente, fazer uma reforma tributária e uma administrativa no País. Jair Messias Bolsonaro disse o mesmo e, já estamos entrando no período pré-eleitoral. Sabe o que significa? Nada acontecerá nesse ou no próximo ano. Isso mesmo. Os nobres e digníssimos deputados e senadores não votarão nada. Pode isso? Não deveria, mas as manobras dos espertos, prevalece e, o brasileiro, continua sendo explorado por taxas cada vez maiores e exorbitantes.
Precisamos, mais do que urgente, de uma reforma tributária. Temos que saber o quanto vale o preço de um lápis e o que é imposto ou não neste produto. Temos que ter clareza de que o preço do combustível, cada vez maior, é mais taxado do que tudo.
E, neste mesmo caminho, seguem os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto passam à frente questionamentos mais políticos do que legais e, onde, um ministro vota algo que acha certo, sem consultar o pleno, vai “empurrando” outros para depois.
No ano de 2020, o STF colocou fim ao processo mais demorado e que aguardava uma decisão. Só 124 anos depois... Isso mesmo. Foram 124 anos de espera. Será que os autores da questão ficaram tristes, ou felizes com a decisão?
Será possível que questionamentos anteriores à briga “PT x demais partidos”, ou estes contra o partido dos trabalhadores tenham privilégio sobre demais encaminhamentos? Quem pode dizer que os ministros estão certos ou errados?
E os deputados e senadores? Porque precisam mais de 20 anos para criar uma lei que irá beneficiar toda uma nação? Pensem! Se encontrem justificativa plausível, diga-me.
Jornalista, radialista e filósofo
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