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Opinião

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- Publicada em 17h44min, 30/04/2021.

Temos que preservar a memória sem interferir na história

Gregório José
O mundo não esperava se conectar tão rapidamente como ocorreu em pouco mais de um ano. Todos viviam suas vidinhas de festas, baladas, encontros e trabalhando como nunca para poder sobreviver. Alguns países, como o Brasil, tentavam se recuperar economicamente quando um invisível vírus vindo da Ásia mudou todos os rumos, jogando o Homo sapiens, à qual pertencemos, na ordem primata e na família Hominidae à deriva com pés na terra.
O mundo não esperava se conectar tão rapidamente como ocorreu em pouco mais de um ano. Todos viviam suas vidinhas de festas, baladas, encontros e trabalhando como nunca para poder sobreviver. Alguns países, como o Brasil, tentavam se recuperar economicamente quando um invisível vírus vindo da Ásia mudou todos os rumos, jogando o Homo sapiens, à qual pertencemos, na ordem primata e na família Hominidae à deriva com pés na terra.
Alguns tiveram que se isolar temendo perder a vida de uma doença que afeta uns de forma fatal enquanto outros sequer sabem que contraíram o vírus e levam suas vidas cotidianas.
Hoje criticamos os governantes por não comprar vacinas suficientes para todos, uns tantos atacam os governantes por trancarem todos, empresários, funcionários, clientes em suas casas.
Nem juízes de instâncias maiores sabem bem como agir nestes casos quando um pai precisa trabalhar para sustentar sua esposa, filhos e seus pais e, os governantes o proíbem de sair de casa para poder trabalhar. O patrão não pode abrir as portas de seu estabelecimento porque a polícia, por ordem de um prefeito, um governador ou presidente pode mandar prendê-lo por desobediência.
Mas como resolver esta questão?
Os impostos continuam chegando, mas o empresário não vendeu nada para arrecadar dinheiro suficiente para pagar o funcionário obrigado a ficar em casa e, nem o cliente tem dinheiro suficiente para comprar algo.
No entanto, as redes sociais “bombam” com pessoas conectadas, aumentando seus gastos na internet. Entram em cartões de crédito, vendem o supérfluo, o que não precisam mais. Tudo pela rede social que tem cada vez mais adeptos. Mais páginas são seguidas, mais personagens, youtubers, personais, blogueiros e plataformas que se transformaram em canais de comunicação como o Whatsapp; Instagram; Twitter (em alta no Brasil); Facebook (em queda no Brasil) e outras novas.
Nunca vimos tantos aplicativos de transporte particular. O dono de uma empresa que tinha 50 funcionários em minha cidade em janeiro de 2020, hoje, 1 ano e quatro meses depois, guia um carro popular por aplicativo para sustentar sua família.
Vamos ter na memória estes dias estranhos, mas vamos construir uma história de superação.
Jornalista, radialista e filósofo
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