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Opinião

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- Publicada em 16h18min, 07/04/2021.

É preciso ponderar com lógica

Paulo Ricardo da Rocha Paiva
Há quem diga que quem desiste de apoiar o presidente, poderia estar fazendo o jogo dos bandidos. Que seja dito, cada um com a sua verdade. Quanto aos militares que assim procedem passarem a jogar no "bando vermelho", está a se julgar injustamente porque quem assim o faz não está enxergando/percebendo o contínuo enxovalhamento do prestígio de nossas "desarmadas" Forças, onde a fritura de oficiais-generais e o desdém pelos seus altos postos tornaram-se coisas banais e corriqueiras. Mas e a coesão? Fala-se muito, virou moda agora acusá-los de minar a coesão? É de se perguntar, como se pode mantê-la quando o comandante-em-chefe não a inspira? Quantos de nós já perdeu a fé em quem está muito mais preocupado em vencer as eleições do que governar, pouco importando que o País esteja a chafurdar em situação periclitante, quer interna quanto externamente?
Há quem diga que quem desiste de apoiar o presidente, poderia estar fazendo o jogo dos bandidos. Que seja dito, cada um com a sua verdade. Quanto aos militares que assim procedem passarem a jogar no "bando vermelho", está a se julgar injustamente porque quem assim o faz não está enxergando/percebendo o contínuo enxovalhamento do prestígio de nossas "desarmadas" Forças, onde a fritura de oficiais-generais e o desdém pelos seus altos postos tornaram-se coisas banais e corriqueiras. Mas e a coesão? Fala-se muito, virou moda agora acusá-los de minar a coesão? É de se perguntar, como se pode mantê-la quando o comandante-em-chefe não a inspira? Quantos de nós já perdeu a fé em quem está muito mais preocupado em vencer as eleições do que governar, pouco importando que o País esteja a chafurdar em situação periclitante, quer interna quanto externamente?
Ah, mas está se fazendo uma "limpeza" na administração pública! Quanto a este chavão corriqueiro, acho que só pode limpar quem não gosta de sujeira. Não, eu não aposto na verdade, na probidade e na responsabilidade do atual governante. Seu entorno familiar, com certeza, não é dos mais republicanos, suas manobras para protegê-lo não são as mais cristãs.
Essas fintas estão fartamente detalhadas em numerosos meios midiáticos, fatalmente dividindo uma opinião pública onde o extremismo insidioso semeia fanatismos opostos, justamente aqueles que demonizam as opiniões que não se ajustam com os polos da discórdia. Daí as baixarias, as canalhices, as ofensas descabidas por quem não enxerga um palmo além do seu nariz. Sim, os canalhas deletérios existem em ambas as facções e são capazes das maiores torpezas.
Em realidade, as quase 58 milhões de pessoas que legitimaram o resultado das eleições em 2018, às quais me incluo, precisam se questionar com vistas ao que vai acontecer em 2022. O País ganhou o que? Estamos em uma melhor? As expectativas se concretizaram? Sim, o PT foi alijado do poder. Que bom para a Nação. Mas, e daí? Educação, saúde, prestígio internacional, defesa, o que foi buscado e realizado nesses 2 anos de governança?
Ah! Mas, sem reeleição, as esquerdas voltam ao poder? Meu Deus! Que País infeliz? Que não se duvide, existe, sim, gente capaz, tanto paisanos como fardados, para governar, não em termos ideológicos, mas em prol de um projeto nacional. Por que não, um Sérgio Moro, um Mourão ou um Santos Cruz? Mas, é preciso que estes cidadãos se adiantem em uma aliança cívica e lancem logo seus nomes. A propósito, por que não apostar em uma chapa nestes moldes? Mas, cada um tem sua verdade. Realmente, precisamos rezar pelo nosso Brasil desgovernado.
Coronel de infantaria e Estado-Maior
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