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Opinião

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- Publicada em 14h40min, 31/03/2021.

Páscoa sem presentes

Paulo Franquilin
A Páscoa que vivíamos nos anos anteriores, com muitos presentes, alegrando as crianças com os ovos de chocolate e cestas com muitos doces, é uma bela recordação da infância.
A Páscoa que vivíamos nos anos anteriores, com muitos presentes, alegrando as crianças com os ovos de chocolate e cestas com muitos doces, é uma bela recordação da infância.
A origem da tradição vem da cultura alemã, onde a lebre Ostherase trazia ovos enfeitados, no início da primavera no Hemisfério Norte, para as crianças encontrarem. No século XVIII, imigrantes alemães levaram a lenda para os Estados Unidos, popularizando-se naquele país.
A festa popular tomou um rumo mais familiar no século XIX, sendo a lebre, um animal mais selvagem, substituído pelo coelho, mais doméstico e próximo das crianças, assim, as famílias passaram a esconder ovos coloridos para serem encontrados.
Por ser uma celebração voltada para a infância, expandiu-se para todo o mundo ocidental, criando uma indústria focada em ovos de chocolate, sendo que no Brasil é uma das festas mais tradicionais.
Pelo lado religioso a Páscoa, para os judeus, comemora a passagem pelo Mar Vermelho do povo liderado por Moisés, saindo da escravidão no Egito para a liberdade na Terra Prometida.
Para os cristãos a Páscoa é a festa mais importante, porque representa a ressurreição de Jesus Cristo, sendo comemorada, anualmente, no primeiro domingo após a primeira lua cheia do outono, no Hemisfério Sul, e da primavera no Norte.
Mas a crise econômica neste ano de pandemia vai fazer com as famílias não comprem presentes para as crianças, pois o nível de desemprego é muito alto, assim como o preço dos ovos de chocolate, que são exorbitantes.
Assim teremos neste ano uma Páscoa, na maioria dos lares, sem pratos especiais, enquanto a tradição de encontrar os doces do Coelho vai morrendo lentamente, pois as famílias têm outras prioridades, entre elas, a alimentação diária.
Jornalista e escritor
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