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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de janeiro de 2021.

Jornal do Comércio

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Opinião

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Artigo

- Publicada em 16h03min, 04/01/2021.

2020

Paulo Franquilin
Um ano passa rápido, mas o de 2020 foi o ano mais acelerado de nossas vidas, pois ao não aconteceu a modificação de rotinas e impossibilidade de passeios e sem opções de lazer, devido ao fechamento de comércios e locais de lazer.
Um ano passa rápido, mas o de 2020 foi o ano mais acelerado de nossas vidas, pois ao não aconteceu a modificação de rotinas e impossibilidade de passeios e sem opções de lazer, devido ao fechamento de comércios e locais de lazer.
A passagem do tempo diante das telas não é sentido, as pessoas ficam hipnotizadas diante de imagens e palavras, sem perceber as horas que se perdem, alguns em ritmo de trabalho e muitos apenas pelo hábito da conexão.
Muitas de nossas atividades neste ano foram canceladas ou adiadas, tudo foi diferente, com muitas festas, formaturas e solenidades transmitidas pelas telas, sem contato físico entre as pessoas.
Até março as coisas estavam dentro de uma normalidade, havendo viagens de férias e desfiles de carnaval, com milhões de pessoas aglomeradas nas ruas e nos clubes, com milhares de turistas de todo o mundo aproveitando as festas.
Mas então veio a pandemia, tudo fechou, nada mais se podia fazer, circular era proibido, as escolas fecharam, empresas deixaram de funcionar e trabalhadores foram demitidos e vidas ficaram desestruturadas.
O tempo foi passando rapidamente, sem que percebêssemos, enquanto a estrutura de saúde, através de aumento de leitos e respiradores, tentava fazer frente à nova demanda de doentes pelo coronavírus.
O bombardeio diário com os números de infectados e mortos não nos deixava pensar em outros assuntos, as notícias eram em torno da doença, fazendo com que todos tivessem seus pensamentos voltados para as estatísticas da mídia.
Bandeiras foram criadas pelos governos para demonstrar como poderíamos viver, o que abria ou fechava, então vieram as eleições e tudo foi liberado, o assunto agora era resolver os problemas das cidades.
Encerrado o processo eleitoral, voltamos ao confinamento em nossas casas, isolamento e determinação para que não nos reuníssemos no Natal, agora passou o final do ano e vamos esperar que em 2021 nossas vidas voltem ao normal.
Jornalista e escritor
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