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Porto Alegre, segunda-feira, 07 de dezembro de 2020.

Jornal do Comércio

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Opinião

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- Publicada em 03h00min, 07/12/2020.

Gestão financeira

Sérgio Nikolay
O 2020 ano totalmente atípico, marcado pela pandemia da Covid-19. Ano que gerou incertezas, insegurança, intranquilidade, indefinições, projeções sem perspectivas e muito desgaste físico e mental.
O 2020 ano totalmente atípico, marcado pela pandemia da Covid-19. Ano que gerou incertezas, insegurança, intranquilidade, indefinições, projeções sem perspectivas e muito desgaste físico e mental.
Todavia, a história retrata períodos e momentos semelhantes ou ainda mais desastrosos do que este que passamos em 2020. Cabe salientar os registros de fatos marcantes como a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), a denominada Gripe Espanhola (1917-1918), e a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), períodos com dizimação de milhões de vidas humanas.
Então, para vencermos ou continuar vencendo, temos que estar imbuídos, no mínimo, de muita dedicação, de comprometimento, de controle e de inovação. Essas mesmas virtudes devem estar direcionadas às nossas empresas, independentemente do tamanho e ou da sua grandeza.
Para se ter uma empresa organizada, bem-sucedida e com crescimento estável, é necessário manter a área financeira saudável, com controles internos adequados que darão lastro à perenidade.
A gestão financeira de qualquer empresa passa pela organização e pelo controle, separando os valores pessoais dos valores da empresa, jamais misturando-os. As despesas e investimentos familiares do empresário ou sócio devem ser sustentadas pelas suas finanças pessoais, oriundas do seu pró-labore aliado às de distribuições lucros que a empresa venha a efetuar. Jamais utilizar os recursos financeiros da empresa para pagar as "contas e despesas pessoais dos sócios".
O empresário, independentemente de ser o único sócio ou não, alega que não tem pró-labore, no entanto, com o aprofundamento das conversações, nota-se que vários gastos pessoais e familiares, como viagens (para o Nordeste, USA e Europa), celulares, combustíveis, seguros, oficina mecânica, escola dos filhos etc., são pagos, irregularmente, pelas finanças da empresa. Ora, isso demonstra total falta de controle interno e desvio de foco empresarial
Com raras exceções, responsáveis pelo setor financeiro justificam que a organização efetua a distribuição de lucros aos sócios. No entanto, faz-se aqui um alerta: consultem e busquem informações adequadamente com o seu contador, pois é o profissional que poderá melhor orientá-los, justamente para evitar futuros problemas fiscais e tributários, gerando um passivo oculto, visto que a distribuição de lucros possui normatização clara da Receita Federal do Brasil. Nos momentos difíceis é que temos que exercer a criatividade.
Vice-diretor Administrativo da Faculdades Integradas de Taquara
 
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