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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de novembro de 2020.

Jornal do Comércio

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- Publicada em 16h52min, 23/11/2020.

As eleições e suas discrepâncias!

Sabrina Borges Portela
No último dia 15 de novembro, vivenciamos um dos maiores atos de democracia do planeta, as eleições no Brasil. Foram aproximadamente 148 milhões de eleitores em 27 unidades federativas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nosso País se destaca mundialmente pela tecnologia empregada no pleito, um sistema moderno com grande credibilidade e isonomia oferecendo benefícios como rapidez, precisão e praticidade.
No último dia 15 de novembro, vivenciamos um dos maiores atos de democracia do planeta, as eleições no Brasil. Foram aproximadamente 148 milhões de eleitores em 27 unidades federativas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nosso País se destaca mundialmente pela tecnologia empregada no pleito, um sistema moderno com grande credibilidade e isonomia oferecendo benefícios como rapidez, precisão e praticidade.
Pena que esse avanço inovador seja restrito apenas às eleições, observamos que em vários setores a uma carência imensa de recursos que viriam a beneficiar grande parte da sociedade. Se nossos hospitais tivessem à mesma eficiência e rapidez que as urnas eletrônicas dispõem, com certeza várias pessoas deixariam de esmorecer em filas quilométricas, aguardando por uma consulta, exame, cirurgia ou remédios.
Se o transporte público fosse preocupação de nossos governantes os trabalhadores não ficariam em “pseudoparadas” lotadas, aguardando seu meio de locomoção chegando ao seu local de trabalho, já exausto. Se na Segurança Pública dispusesse de aparatos ideais para suprir as demandas da população com viaturas, armamentos e pessoas suficiente poderíamos desfrutar de um ambiente menos hostil. Se na educação houvesse à premissa em ter escola estruturas, com quadras esportivas para estimular a prática de atividades físicas.
Oferecendo banheiros com acessibilidade e rampas de acesso para que pessoas com necessidade especiais possam ter condições ideais para poder ter uma aprendizagem significativa.
Se houvesse números suficientes de funcionários nos diversos setores escolares, para oferecer um atendimento de qualidade para os educandos e comunidade escolar. Se contemplasse às escolas com refeições e refeitórios adequados para que os estudantes desfrutassem com comodidade de sua merenda, visto que infelizmente alguns só dispõem dessa refeição durante o dia.
Mas, esses assuntos citados anteriormente não estão em prioridade para os nossos governantes, que muitas vezes gerem seus mandatos em benefícios próprios, esquecendo-se das promessas feitas durante as campanhas eleitorais, onde os eleitores são lembrados exaustivamente, mas que após o pleito caem em um pleno esquecimento.
Nas próximas eleições cabe a cada cidadão selecionar o máximo possível os seus candidatos, para não sermos apenas massa de manobra, nas mãos de oportunistas de plantão.
Bióloga e professora
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