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- Publicada em 03h00min, 09/11/2020.

Por que uma lei para a educação digital?

Gabriel Souza
Um instrumento importante para que adotemos práticas saudáveis no uso da internet e faça com que a tecnologia seja nossa aliada começa a ser adotado pelas escolas gaúchas. Trata-se da lei que institui a Política de Educação Digital, sancionada pelo governador Eduardo Leite (PSDB). Elaborei o projeto, juntamente com o colega Vilmar Zanchin (MDB).
Um instrumento importante para que adotemos práticas saudáveis no uso da internet e faça com que a tecnologia seja nossa aliada começa a ser adotado pelas escolas gaúchas. Trata-se da lei que institui a Política de Educação Digital, sancionada pelo governador Eduardo Leite (PSDB). Elaborei o projeto, juntamente com o colega Vilmar Zanchin (MDB).
Estivemos no ano passado em Utah, nos Estados Unidos da América (EUA), para verificar como medidas preventivas nas escolas possibilitam a utilização segura da internet de modo coletivo, não apenas pelas crianças e jovens.
A ideia é abranger ações que capacitem professores, ampliem o diálogo sobre temas espinhosos, como ciberbullying, tão recorrentes desde que a web passou a integrar o nosso dia a dia.
Em Utah, conversei com Michelle Linford, diretora-executiva da Epik Deliberate Digital. Explicou os avanços após adoção de políticas de educação digital. Naquela oportunidade, ampliamos temas relacionados ao rastro digital, ao envolvimento da família e comunidade, e do quanto o processo coletivo permite a todos maior segurança.
É fato: precisamos de uma internet que permita a troca saudável, sem temor, sem estresse das ameaças ou resultantes de ataques pessoais, sem fake news, as notícias falsas.
Não há como retroceder. As relações são cada vez mais feitas por aplicativos, o trabalho, as demandas. Grande parte da economia é sustentada pelo ambiente virtual. Então, como fazer com que usemos de forma adequada a internet e não sejamos reféns dela? A informação é a base.
Entre as ações previstas na lei, cursos de formação de professores para o uso adequado da internet em sala de aula, palestras e oficinas com temáticas envolvendo prevenção a violações contra direitos humanos na internet e também a realização de seminários com o objetivo de fomentar a Cidadania Digital na sociedade.
Para tanto, é preciso, como destaca Michelle, abrir uma sombrinha sobre todos nós. Uma proteção para que possamos amparar a sociedade gaúcha e nos aproximar. Mesmo em tempos de um vírus letal, a proximidade saudável é possível justamente por conta da tecnologia.
Deputado estadual (MDB)
 
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