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Opinião

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- Publicada em 15h50min, 08/10/2020.

Não prevíamos o caos

Luciana Archete
Estamos mudando nossos hábitos e nossas vidas porque não estávamos prontos para o futuro que se repetiu no passado diversas vezes. Pode até parecer contrassenso o que escrevi, mas é a pura realidade. Em tempos de escola lemos e estudamos na disciplina “História” o que ocorreu com povos antigos e nem mesmo assim estávamos prontos para o problema de saúde, que pode ser simples se práticas e hábitos tivessem sido praticados. A disciplina de “Ciências” ou “Biologia” também nos dava dicas de que isso era possível de acontecer, mas nem mesmo nossos professores se precaveram, entrou todo mundo no mesmo barco.
Estamos mudando nossos hábitos e nossas vidas porque não estávamos prontos para o futuro que se repetiu no passado diversas vezes. Pode até parecer contrassenso o que escrevi, mas é a pura realidade. Em tempos de escola lemos e estudamos na disciplina “História” o que ocorreu com povos antigos e nem mesmo assim estávamos prontos para o problema de saúde, que pode ser simples se práticas e hábitos tivessem sido praticados. A disciplina de “Ciências” ou “Biologia” também nos dava dicas de que isso era possível de acontecer, mas nem mesmo nossos professores se precaveram, entrou todo mundo no mesmo barco.
Quantas lojas abarrotadas de produtos, empilhados aqui e ali e a gente perdido no meio daquilo tudo, se esbarrando, se empurrando, passando à frente e sendo passados para trás. O que esperar desta doença que acomete há alguns e outros passam por ela sem sequela alguma ou mais, sequer soube que a contraiu? Nem mesmo os cientistas, estudiosos, pesquisadores sabem como lidar e não podem nos dar dicas de prevenção, apenas de pânico e submissão. Isto mesmo.
Entramos em pânico se alguém tosse ou espirra próximo de nós. Fugimos como gato de água ou vampiro de alho. Somos povos zumbis que ficamos trancafiados em nossas casas, vamos correndo na padaria ou supermercado (será que estes trabalhadores são imunes?); ou simplesmente no portão atender o motociclista que nos traz os pratos preferidos, sempre frios. Onde iremos parar?
Advogada e jornalista
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