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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de setembro de 2020.
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Jornal do Comércio

Porto Alegre,
segunda-feira, 14 de setembro de 2020.

Editorial

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editorial

- Publicada em 03h00min, 09/09/2020. Atualizada em 18h49min, 14/09/2020.

A saúde pública e o combate ao coronavírus

A população brasileira deve estar alerta para os sintomas que acometem os que são infectados pela Covid-19. Mas, além das redes hospitalares particulares, o Brasil tem o Sistema Único de Saúde (SUS) para dar suporte no combate não apenas à essa doença, mas também às demais. Garantido pela Constituição de 1988, em seu artigo 196, por meio da Lei nº. 8.080/1990, o SUS é o único sistema de saúde pública do mundo que atende mais de 190 milhões de pessoas, sendo que 80% delas dependem exclusivamente dele para qualquer atendimento de saúde.
A população brasileira deve estar alerta para os sintomas que acometem os que são infectados pela Covid-19. Mas, além das redes hospitalares particulares, o Brasil tem o Sistema Único de Saúde (SUS) para dar suporte no combate não apenas à essa doença, mas também às demais. Garantido pela Constituição de 1988, em seu artigo 196, por meio da Lei nº. 8.080/1990, o SUS é o único sistema de saúde pública do mundo que atende mais de 190 milhões de pessoas, sendo que 80% delas dependem exclusivamente dele para qualquer atendimento de saúde.
O SUS é financiado com os impostos pagos pelos cidadãos - ou seja, com recursos próprios da União, estados e municípios e de outras fontes suplementares de financiamento.
As Unidades Básicas de Saúde (UBS) são popularmente conhecidas como postos de saúde. São locais onde o cidadão pode receber, gratuitamente, os atendimentos essenciais em saúde, ter acesso a medicamentos e outros atendimentos primários. As Unidades Básicas de Saúde resolvem 80% dos problemas de saúde da população do território em que são as responsáveis e promovem hábitos saudáveis de vida.
Já as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) são responsáveis por prestar atendimento de média complexidade, como vítimas de acidentes e problemas cardíacos, e contribuem para desafogar as urgências dos hospitais do SUS e reduzir o tempo de espera por atendimento.
Nas localidades em que estão em pleno atendimento, as UPAs dão conta de atender, sem necessidade de encaminhamento ao pronto-socorro hospitalar, 97% dos pacientes que as procuram. Nessas unidades, o paciente é avaliado de acordo com a classificação de risco, podendo ser liberado ou permanecer em observação por até 24 horas, ou se necessário, ser removido para um hospital de referência.
As UBS funcionam normalmente somente durante o dia. Já as UPAs ficam abertas 24 horas.
O Ministério da Saúde é responsável pela organização e fiscalização do SUS em todo o País, enquanto a Secretaria Estadual de Saúde (SES) cuida de políticas públicas e mantém a relação entre as cidades e o seu Estado. Já a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) cuida de questões de ações de saúde que são relativas à cidade.
A coletividade tem prioridades, em se tratando de epidemias, como a que o Brasil está sofrendo. Importante é que o País tem uma estrutura como o Sistema Único de Saúde, que atende a tudo e a todos, onde Porto Alegre desponta com várias unidades hospitalares de ponta.
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