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Opinião

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- Publicada em 17h06min, 13/08/2020.

Pandemia ressignificou o sentido de comunicar

Maiquel Vignatti
A pandemia da Covid-19 vai passar, cedo ou tarde, este é um fato. E, também, é verdade que deixará, em cada um de nós, o aprendizado de profundas lições. Os reflexos estão impressos em todas as partes: no nosso círculo familiar, nas escolas, nas empresas. Nenhuma profissão ou atividade econômica sairá ilesa dos efeitos do coronavírus. Nem a comunicação. Ela está em transformação desde o advento da convergência do mundo analógico para o digital e, agora, a pandemia a alçou para uma mudança de cunho estratégico, principalmente para as corporações.
A pandemia da Covid-19 vai passar, cedo ou tarde, este é um fato. E, também, é verdade que deixará, em cada um de nós, o aprendizado de profundas lições. Os reflexos estão impressos em todas as partes: no nosso círculo familiar, nas escolas, nas empresas. Nenhuma profissão ou atividade econômica sairá ilesa dos efeitos do coronavírus. Nem a comunicação. Ela está em transformação desde o advento da convergência do mundo analógico para o digital e, agora, a pandemia a alçou para uma mudança de cunho estratégico, principalmente para as corporações.
A pandemia fez com que as empresas começassem a pensar de uma maneira totalmente diferente, não apenas na comunicação direcionada, mas também no diálogo transversal, a fim de fomentar realmente o que tem valor, estabelecer vínculos, engajar pelo compartilhamento de princípios. Findou-se o ‘comunicar por comunicar’ – na verdade, já faz algum tempo que essa prática vinha perdendo espaço: o público não enxerga e percebe apenas a promoção ou o preço, mas reconhece as marcas entregando o que elas têm de maior valor, que é o seu propósito.
Sendo assim, o jogo passou a ser sobre o que informar. É cada vez mais evidente o desejo do cliente em conhecer mais a respeito das marcas que escolherá para consumir. Precisamos, portanto, nos aproximar mais de nosso público, e uma boa forma de fazer isso é comunicar de forma mais emocional.
Existe um movimento interessante dentro da Cooperativa Vinícola Garibaldi que é o de compartilhar com o público sua essência – o que motiva sua existência enquanto negócio, seu compromisso econômico, social, comunitário. A apresentação de seu mix de produtos – espumantes premiados, vinhos e sucos – também está lá, mas como consequência do trabalho e de tudo em que a cooperativa acredita.
Ao escolhermos esse caminho, estamos optando por valorizar os pequenos produtores, famílias que dependem da agricultura para tirar seu sustento – ou seja, a identidade da Cooperativa, o propósito que une a todos – as mais de 400 famílias associadas e seus mais de 200 colaboradores: o cooperativismo. Comunicamos juntos aquilo que acreditamos ser o nosso melhor, que é o compromisso coletivo, estendido também ao consumidor. Isso mostra nosso real valor. Como consequência, ganhamos não apenas clientes, mas conquistamos verdadeiros embaixadores da marca pelo mundo que, identificados com nossa essência, ajudam a perpetuar nosso legado.
Gerente de marketing e turismo da Cooperativa Vinícola Garibaldi
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