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Opinião

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Editorial

Edição impressa de 29/06/2020. Alterada em 29/06 às 03h00min

O novo ministro e a importância da educação no País

Carlos Alberto Decotelli, indicado ministro, terá como principal missão focar em educação. Mesmo parecendo uma obviedade, a questão é que o seu antecessor, Abraham Weintraub, fez de tudo, menos tratar dos assuntos que interessam, coordenando o ensino em todo o País. Weintraub está nos Estados Unidos, à espera de tomar posse como diretor brasileiro no Banco Mundial.
Carlos Alberto Decotelli, indicado ministro, terá como principal missão focar em educação. Mesmo parecendo uma obviedade, a questão é que o seu antecessor, Abraham Weintraub, fez de tudo, menos tratar dos assuntos que interessam, coordenando o ensino em todo o País. Weintraub está nos Estados Unidos, à espera de tomar posse como diretor brasileiro no Banco Mundial.
Decotelli é financista, professor e coautor de livros de administração bancária e financeira. 
Boas credenciais para o cargo, a priori, restando a confirmação do trabalho à frente do Ministério da Educação. Afirmou que irá favorecer o diálogo e a comunicação com o MEC, mas ressalva que, neste momento, a urgência é resolver os problemas da educação decorrentes da pandemia do coronavírus. Para ele, o sistema de cotas é uma das políticas públicas positivas, mas não deve ser a única para destruir desigualdades. Boa meta, com certeza.
O novo ministro terá que atuar em conjunto com estados e prefeituras, ainda que a decisão sobre o retorno às aulas seja tarefa dos governadores e prefeitos. Então, o principal desafio de Carlos Alberto Decotelli será a coordenação com as autoridades estaduais e municipais para a retomada das aulas presenciais após a quarentena, atualmente sendo definidas pelos estados e municípios, com quase nenhuma participação do Ministério da Educação.
Também dar seguimento à organização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em meio ao aumento das desigualdades educacionais por conta da pandemia. Finalmente, a aprovação do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), recurso bilionário para educação básica e que, por determinação de lei, expira neste ano.
O que todos esperam é que a educação seja sempre a meta primordial, o primeiro e fundamental passo para começar a diminuir a brutal desigualdade social que o Brasil apresenta há décadas, toda ela agravada pela pandemia que assola ainda o País. Mantendo a orientação de um MEC dirigido tecnicamente e com propostas claras à nação, com certeza teremos uma preocupação a menos no atual governo.
O Ministério da Educação é por demais importante, no contexto citado, para não ser muito bem conduzido, em prol do Brasil. Que o novo ministro tenha sucesso, em benefício da nação, é o desejo de todos.
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