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Porto Alegre, sexta-feira, 15 de maio de 2020.
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Jornal do Comércio

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Opinião

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Editorial

Edição impressa de 15/05/2020. Alterada em 15/05 às 03h00min

Recuperados na pandemia trazem muita esperança

A pandemia que ataca o Brasil e vários países tem mostrado números alarmantes quanto aos óbitos e quantidade de pessoas infectadas. O que é pouco divulgado com destaque - uma reclamação de muitos - é o fato de que milhares de pessoas têm a Covid-19, são tratadas em hospitais e se recuperam da doença.
A pandemia que ataca o Brasil e vários países tem mostrado números alarmantes quanto aos óbitos e quantidade de pessoas infectadas. O que é pouco divulgado com destaque - uma reclamação de muitos - é o fato de que milhares de pessoas têm a Covid-19, são tratadas em hospitais e se recuperam da doença.
Além dos aplausos das equipes que trataram os enfermos, quando estes saem dos hospitais, deve-se também aplaudir e receber como esperança os milhares que recuperaram a saúde plenamente.
No caso brasileiro, em um único dia tivemos 749 mortes, com o total de 13.149. Isso na quarta-feira, 13 de maio. Foi aumento de 6% em relação ao dia anterior, segundo o Ministério da Saúde.
O importante e que traz uma boa dose de esperança quanto à doença, é que dos 188.974 casos da Covid-19 confirmados até quarta-feira no País, 97.402, ou 51,4% dos caos, estão em acompanhamento e 78.424, ou 41,5%, tiveram recuperação.
Além de todos cuidados com a saúde e a manutenção da prevenção constante, também é importante planejar uma volta das atividades, de forma organizada, para evitar uma nova onda de disseminação do vírus.
No Rio Grande do Sul, em 2019, havia 1,3 milhão de micro e pequenas empresas que empregavam 26,7 mil pessoas. Elas representavam 32,6% do Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho.
O que tem chocado é o fato de que as duas importantes situações, em vez de serem analisadas pelo lado da ciência médica e dos dados econômicos e financeiros, são tratadas com um quase irresponsável viés ideológico, misturando política e simpatia ou contrariedade com os governos federal, estaduais e municipais.
Aí, sob este aspecto muito na base igualmente da opinião pessoal de milhares, não se chega a uma análise correta, padronizada e baseada em estudos científicos ou econômicos, aproveitando a experiência do que já correu agora e, mais ainda, no passado de outras crises com pandemias.
Não resta, em definitivo, manter esta postura quando tanto há em jogo em termos de vida e das atividades econômicas, com déficits gigantescos sendo registrados dia após dia em quase todos os setores produtivos, ao lado dos óbitos inexoráveis, tal a gravidade da moléstia e os problemas hospitalares com a alta quantidade de pacientes requerendo cuidados e equipamentos de respiração.
 
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