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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de julho de 2020.
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Jornal do Comércio

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Opinião

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Editorial

- Publicada em 03h00min, 29/04/2020. Alterada em 03h00min, 29/04/2020.

Além da pandemia, estiagem assola o Rio Grande do Sul

As agruras trazidas pela pandemia do coronavírus em primeiro lugar também atingiram a economia, e há, nos últimos dias, uma turbulência jurídica e política. Piorando o quadro nebuloso para o Rio Grande do Sul, não podemos esquecer o prejuízo pela estiagem que assola o Estado, com danos, alguns irreparáveis em termos de produção agropecuária, mais fortes na agricultura. São 330 municípios que declararam situação de emergência pelo que estão sofrendo com a falta de chuvas.
As agruras trazidas pela pandemia do coronavírus em primeiro lugar também atingiram a economia, e há, nos últimos dias, uma turbulência jurídica e política. Piorando o quadro nebuloso para o Rio Grande do Sul, não podemos esquecer o prejuízo pela estiagem que assola o Estado, com danos, alguns irreparáveis em termos de produção agropecuária, mais fortes na agricultura. São 330 municípios que declararam situação de emergência pelo que estão sofrendo com a falta de chuvas.
Mesmo assim, o Rio Grande do Sul pode se ufanar da sua produção de soja, de leite, de frango, de gado, de suínos e de arroz. E como é por demais sabido, quando a agropecuária vai bem, todo o Rio Grande do Sul vai melhor ainda. É uma constatação que é confirmada ano após ano, quando as colheitas mostram seus números espetaculares, que enchem de orgulho os produtores de todos os matizes de grandeza, do pequeno agricultor ou criador até as enormes extensões de plantações e de rebanhos que povoam o Rio Grande do Sul.
Neste 2020, temos o coronavírus enuviando a economia não só do Rio Grande do Sul como de todo o Brasil. Ainda assim, caberá, novamente, aos campos gaúchos darem o alento de que a economia precisa, renovando a esperança em dias melhores para o período pós-pandemia, o qual espera-se que venha logo, ainda que com todas as precauções que devem ser tomadas na proteção à saúde, o bem maior de todos nós.
Na questão da agropecuária, o Rio Grande do Sul ainda carece de uma infraestrutura que aguarda melhoramentos há anos, algumas situações ruins se perpetuando há décadas, à espera de investimentos públicos.
Neste ponto, melhores rodovias e sistemas de sinais de telefonia e internet com certeza fariam a alegria e o progresso de muitas regiões produtoras, as quais precisam de mais e melhores sistemas de comunicação, seja nos acessos rodoviários, seja nos sinais de telefonia e internet - hoje, muitos ainda bastante precários ou com interrupções sistemáticas.
Com a arrecadação do Tesouro do Estado em queda livre por conta do estancamento do comércio e, até há pouco, também de muitas indústrias, a agropecuária avança em meio a tantas dificuldades, o que poderá ajudar, e muito, na recuperação que almejamos.
Importa, em um primeiro momento, estancar a disseminação do coronavírus. Logo adiante, a retomada da economia para que os prejuízos acumulados em dois meses da pandemia não sejam muito além do suportável pelo Rio Grande do Sul. É a esperança que fica, por conta da agropecuária gaúcha. Como sempre.
 
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