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Porto Alegre, terça-feira, 21 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

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Opinião

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Editorial

- Publicada em 03h00min, 02/04/2020. Atualizada em 03h00min, 02/04/2020.

Equilíbrio nas ações e estabilidade para superar a crise

Se há algo que, a rigor, não está resolvendo nada em prol dos interesses dos brasileiros é a polarização ideológica neste momento em que enfrentamos a pandemia do coronavírus. É preciso serenidade e estabilidade para o Brasil superar a crise.
Se há algo que, a rigor, não está resolvendo nada em prol dos interesses dos brasileiros é a polarização ideológica neste momento em que enfrentamos a pandemia do coronavírus. É preciso serenidade e estabilidade para o Brasil superar a crise.
O que interessa aos brasileiros é combater o coronavírus e, da mesma forma, que as consequências da paralisação econômica não sejam algo muito além do tolerável, como alertado por entidades do comércio e indústria.
Entrevista coletiva de ministros deixou claro, antes do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, que tem que haver, como está acorrendo, duas frentes de ação, na saúde e na economia.
O ministro Paulo Guedes, da Economia, destaca que é preciso um equilíbrio entre o fundamental isolamento social para o combate ao novo coronavírus e o que a economia aguenta.
Guedes demonstrou preocupação com os impactos da quarentena sobre a atividade econômica, mas apoiando o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
Observando o que a ciência médica indica, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ministro tem pregado o isolamento social como medida de contenção do avanço da doença no Brasil. Mesmo que o presidente Bolsonaro pregue o isolamento vertical, das pessoas com maior risco, no caso os idosos, Mandetta mantém a posição pelo isolamento social, considerado, globalmente, como o meio mais eficaz para evitar contágios.
É algo de uma claridade solar para o entendimento do equilíbrio entre precaução sanitária e a economia, pois se o Brasil entrar, como previsto por economistas e entidades empresariais, em uma recessão, o problema será ampliado, depois.
Reiterando, precisamos de um equilíbrio entre isolamento, como os especialistas da saúde pública preveem, e o que a economia poderá suportar.
Exageros presidenciais na questão da retomada de atividades econômicas amplas foram cortados pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, que decidiu proibir o governo federal de veicular a campanha O Brasil não pode parar.
Estamos chegando ao necessário equilíbrio, conforme fala presidencial na terça-feira à noite, esperando-se a contrapartida ao serem evitados ataques a tudo o que o governo faz.
O momento é de convergência e serenidade, para superaramos essa crise.
 
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