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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Opinião

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Editorial

Edição impressa de 29/11/2019. Alterada em 29/11 às 03h00min

Energia eólica e solar para abastecer todo o Brasil

A entrada em funcionamento da 18ª turbina da Usina de Belo Monte, no Pará, mostrou o potencial da geração de energia usando a força das águas dos rios do Pará. O acionamento da última turbina marcou a inauguração oficial da usina, cuja construção se iniciou em 2010. Com ativação, a hidrelétrica, considerada a quarta maior do mundo, entra em plena operação.
A entrada em funcionamento da 18ª turbina da Usina de Belo Monte, no Pará, mostrou o potencial da geração de energia usando a força das águas dos rios do Pará. O acionamento da última turbina marcou a inauguração oficial da usina, cuja construção se iniciou em 2010. Com ativação, a hidrelétrica, considerada a quarta maior do mundo, entra em plena operação.
Agora, Belo Monte passa a ter capacidade instalada de 11.233,1 megawatts e geração de energia de 4.571 megawatts, se mantendo como a maior usina 100% brasileira em operação no País.
Ao mesmo tempo que dá orgulho para todos os brasileiros, a inauguração fez lembrar do imenso recurso natural para energia eólica e solar, que o Brasil tem para gerar energia sem depender, no longo prazo, do petróleo, do carvão mineral e do gás natural.
As fontes de energia alternativas derivam do meio ambiente natural. São obtidas de fontes inesgotáveis, ao contrário dos combustíveis fósseis. Sua importância está principalmente no fato de fornecer energia de forma limpa, com menor incidência de danos ao meio ambiente. É o caso da energia eólica gerada com a utilização dos ventos, que transforma energia cinética em energia elétrica. Os ventos são originados pelo aquecimento da superfície terrestre. O movimento de hélices localizadas em áreas abertas gera a energia elétrica. É uma energia renovável e limpa, e não causa tanto impacto ambiental, mas ainda é pouco utilizada, mesmo com as imensas regiões costeiras que o Brasil tem e que poderiam ser totalmente aproveitadas.
Há, atualmente, no Brasil, parques eólicos concentrados no Rio Grande do Sul em boa pate do Nordeste.
Já a força solar é uma das opções para energias alternativas e igualmente é uma fonte limpa. Porém, o custo é elevado. O processo ocorre quando os fótons, energia que o Sol carrega, do efeito fotovoltaico, incidem sobre os átomos, causando a emissão de elétrons que gera corrente elétrica.
Na forma indireta, é necessária a construção de usinas em extensas áreas de insolação e, nesses locais, são espalhados diversos coletores solares. Entretanto, a energia solar ainda não é muito utilizada, pois os custos são altos para obtê-la e, dessa forma, ainda são necessários mais desenvolvimento e eficiência para diminuir os custos.
O Programa de Desenvolvimento Energético de Estados e Municípios (Prodeem), que visa atender as comunidades distantes de redes elétricas convencionais busca aumentar o uso da energia eólica e solar. Temos que aproveitar estas fontes o máximo possível. Temos tudo para isso.
 
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