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Porto Alegre, terça-feira, 12 de novembro de 2019.
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Edição impressa de 12/11/2019. Alterada em 12/11 às 03h00min

Solidárias pela vida

Daiçon Maciel da Silva
O Outubro Rosa, mais uma vez, deixou um admirável exemplo para todos nós: o trabalho daqueles que se doam pela vida do outro. O Rio Grande do Sul conta, desde a década de 1950, com um movimento chamado Liga Feminina de Combate ao Câncer, que assiste pessoas carentes acometidas pela doença.
O Outubro Rosa, mais uma vez, deixou um admirável exemplo para todos nós: o trabalho daqueles que se doam pela vida do outro. O Rio Grande do Sul conta, desde a década de 1950, com um movimento chamado Liga Feminina de Combate ao Câncer, que assiste pessoas carentes acometidas pela doença.
Além deste cuidado imprescindível em um momento tão difícil, a liga luta para reduzir o número de casos, promovendo a prevenção. Sediada no Hospital de Oncologia Santa Rita, do Complexo Santa Casa de Misericórdia, a Liga Feminina de Combate ao Câncer do Rio Grande do Sul atende milhares de pacientes desta instituição e também de todo o território gaúcho, comprovando o sucesso de uma parceria que tem salvado e amparado muitas vidas.
A atuação da liga está dividida em diversos setores, desde o ambulatório a grupos de apoio a pacientes com câncer e a familiares. Há, ainda, a Liga Jovem e as Ligas Regionais. Atualmente, a liga gaúcha tem representação em 87 municípios, um verdadeiro exército solidário.
Em Santo Antônio da Patrulha, são 42 voluntárias, que atuam em um local cedido pela prefeitura. E como é bom contar com a força dessas mulheres abnegadas. Elas realizam eventos, promovem atividades para angariar fundos para o atendimento a doentes carentes e não medem esforços para levar conforto e ânimo aos que estão na luta contra o câncer. Muitas delas já enfrentaram o problema. Sentiram na pele a dor de uma doença que pode ser fatal, mas saíram vitoriosas, prontas para retribuir e multiplicar a esperança. Aqui, também é forte a parceria entre a liga, a Secretaria Municipal da Saúde e o hospital, administrado pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Prova disso é o número de mamografias realizadas em outubro: próximo a 500, quando a meta para o município estabelecida pela 18ª Coordenadoria Regional de Saúde é de 800 exames ao ano. Esses resultados também podem ser atribuídos ao movimento incansável das mulheres da liga.
Estamos evoluindo nossa consciência preventiva, graças a um trabalho forte de convencimento, como o que vem sendo feito pela Liga Feminina de Combate ao Câncer. O mês de novembro chegou e, com ele, a campanha pela saúde dos homens. E pergunto: onde está a nossa "liga masculina"? Como nós, homens, ainda temos a aprender com elas. Disso depende nossas vidas. Mas nunca é tarde. O exemplo está aí, basta seguir.
Prefeito de Santo Antônio da Patrulha (MDB)
 
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