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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Opinião

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Edição impressa de 06/11/2019. Alterada em 06/11 às 03h00min

Sonho americano pela porta da frente

Gustavo Marchesini
Não é de hoje que os brasileiros sonham em morar ou trabalhar nos Estados Unidos. Desde o início dos anos de 1980 que muitas pessoas buscam se estabelecer em solo americano com maior frequência. Com o avanço da internet, o acesso às informações foi facilitado. Explorar os tipos de vistos disponíveis, dar início ao processo de solicitação, pesquisar sobre a cultura local etc., tudo ficou ao alcance da palma da mão. Hoje, grande parte dos brasileiros que chega nos EUA é composta de empreendedores.
Não é de hoje que os brasileiros sonham em morar ou trabalhar nos Estados Unidos. Desde o início dos anos de 1980 que muitas pessoas buscam se estabelecer em solo americano com maior frequência. Com o avanço da internet, o acesso às informações foi facilitado. Explorar os tipos de vistos disponíveis, dar início ao processo de solicitação, pesquisar sobre a cultura local etc., tudo ficou ao alcance da palma da mão. Hoje, grande parte dos brasileiros que chega nos EUA é composta de empreendedores.
Mas, antes de imigrar, um passo fundamental é providenciar um visto que permita a permanência legal no país. Existem basicamente dois tipos de vistos: não imigratórios e imigratórios.
No primeiro, estão presentes os vistos de turismo e outros que permitem a entrada e a estadia em território americano, contudo, sem a oportunidade de manter residência fixa.
Já os vistos imigratórios, tais como os de casamento, os baseados em emprego e os de investimento, são vistos que oferecem a oportunidade de residência permanente no país e, futuramente, a opção de se tornar cidadão americano através da naturalização.
O EB-5, visto de investidor por geração de empregos, é um dos mais conhecidos - e vem atraindo cada vez mais pessoas.
Para se ter uma ideia, a emissão desse visto para brasileiros saltou de 30, em 2014, para 388, em 2018. Para entrar com o processo de solicitação do EB-5, o investidor terá de fazer contato com um advogado de imigração e trabalhar na comprovação da fonte legítima dos fundos a serem investidos.
Na sequência, poderá solicitar o visto diretamente, ao criar seu próprio negócio, ou indiretamente, através de uma empresa licenciada pelo governo americano que capta esse tipo de investimento. Dos aplicantes, 99% procuram a segunda alternativa.
Atualmente, o valor mínimo de investimento é de US$ 500 mil. A partir de 21 de novembro, será de
US$ 900 mil.
Por fim, um alerta para quem planeja fazer esse tipo de investimento: tenha cuidado na análise das empresas envolvidas no projeto.
Como em qualquer indústria onde há uma grande demanda, é preciso ficar atento ao histórico da companhia que está levantando os fundos.
Veja se a empresa é licenciada pelo USCIS (Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos), que é quem administra e regulamenta o programa EB-5, e qual é o histórico de obtenção do green card permanente e de reembolso bem-sucedido de seus projetos.
Gerente de Relacionamento com Investidores brasileiros da EB5 Capital
 
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