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Porto Alegre, quarta-feira, 30 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Opinião

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Alterada em 30/10 às 03h00min

HUBs residenciais: minha casa, meu reino

Eduardo Colombo
As pessoas estão passando mais tempo em suas casas, e essa tendência vem transformando os lares em verdadeiros hubs de produtos e serviços especializados. Recente estudo da WGSN, empresa de referência mundial para a tendência criativa, aponta que a geração dos millennials (nascidos entre 1979 e 1995, também conhecidos como a geração Y) já passa 70% do tempo em casa a mais do que a população em geral, liderando o movimento e demandando uma nova ordem de produtos e serviços. A pesquisa mostra, ainda, que US$ 649 bilhões é o valor mundial movimentado por artigos para o lar.
As pessoas estão passando mais tempo em suas casas, e essa tendência vem transformando os lares em verdadeiros hubs de produtos e serviços especializados. Recente estudo da WGSN, empresa de referência mundial para a tendência criativa, aponta que a geração dos millennials (nascidos entre 1979 e 1995, também conhecidos como a geração Y) já passa 70% do tempo em casa a mais do que a população em geral, liderando o movimento e demandando uma nova ordem de produtos e serviços. A pesquisa mostra, ainda, que US$ 649 bilhões é o valor mundial movimentado por artigos para o lar.
Diferentes experiências estão sendo aproveitadas dentro de casa, a maioria delas com auxílio da tecnologia, em que são oferecidas novas possibilidades de interação entre o homem e a máquina.
Filmes e séries em diversas plataformas; exercícios físicos em aplicativos; tutoriais de jardinagem e faça-você-mesmo (movimento em que as pessoas aprendem a fazer móveis, acessórios, roupas e outros artigos como hobby e forma de economia); vídeo-aulas temáticas gratuitas, como de culinária ou história; e até mesmo home office com todo o servidor do escritório em nuvem são algumas das atividades propiciadas pelo avanço tecnológico. E ainda há muito para ser desenvolvido de maneira a transformar as pessoas e a própria cultura. Recentemente, quando esteve em Porto Alegre, a presidente da Microsoft Brasil, Tania Cosentino, afirmou que a economia global investe apenas 5% de todas as riquezas produzidas pelos países em tecnologia. A Microsoft, em particular, tem investido bastante em projetos relacionados à Inteligência Artificial com olhar inclusivo.
Há 10 anos, não seria possível imaginar que, para saciar um fugaz desejo de fim de tarde, um biscoito e um suco poderiam ser entregues na porta de casa e pagos em cartão de crédito por meio de poucos cliques em um aplicativo.
E a tendência é de que as facilidades se expandam para outros ramos. Basta observar a relevância do digital nas vendas de varejistas físicos. Recente pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo (SBVC) mostra, por exemplo, que é justamente nos setores de eletromóveis em que estão as redes com maior participação do on-line no faturamento total. Ironia à parte.
As pessoas estão sobrecarregadas pelo excesso de interação, mas também encontram na mesma tecnologia a opção de um modo de vida mais sossegado.
Essa tendência é muito significativa para a inteligência criativa da indústria e do varejo. Especialmente para as marcas que atuam no segmento de design de interiores, significa uma grande porta aberta para a criatividade e para a expansão. É a hora de compreender o que as pessoas necessitam para lapidar seus lares, esse novo hub. Momento de criar novos produtos e novas soluções.
Diretor comercial da Lojas Colombo
 
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