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Opinião

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editorial

- Publicada em 03h00min, 25/09/2019. Atualizada em 03h00min, 25/09/2019.

Clima é a grande preocupação mundial

Que há uma mudança do clima no mundo, disso não há mais dúvidas, nem é preciso ser um meteorologista para acreditar no problema. Ainda que ressalvando os exageros que escondem alguns interesses econômicos, o mundo tem, sim, que se preocupar com o que está ocorrendo. Não há mais tempo a perder.
Que há uma mudança do clima no mundo, disso não há mais dúvidas, nem é preciso ser um meteorologista para acreditar no problema. Ainda que ressalvando os exageros que escondem alguns interesses econômicos, o mundo tem, sim, que se preocupar com o que está ocorrendo. Não há mais tempo a perder.
Incrivelmente, a líder mundial que está clamando por ações efetivas sem mais discursos bonitos, mas totalmente vazios para implementar ações efetivas, é uma adolescente sueca, Greta Thunberg. Ela começou a fazer greve escolar às sextas-feiras, há pouco mais de um ano, para cobrar o governo sueco a ser mais efetivo no combate às mudanças climáticas.
Em Nova Iorque, na Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas convocada pelo secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, coube a ele fazer coro à jovem, pedindo que os países trouxessem planos concretos para combater as mudanças climáticas.
A ideia era que líderes se comprometessem a fazer mais do que prometeram no Acordo de Paris. As metas apresentadas em 2015 colocam o planeta em direção a um aquecimento de cerca de 3°C em média até o final de 2100. O objetivo do acordo é ficar bem abaixo de 2°C, preferencialmente em 1,5°C.
Mesmo assim, há países que continuam subsidiando uma indústria de combustíveis fósseis que está morrendo. Na sexta-feira, ocorreram gigantescas manifestações e greves pelo clima, que fez os jovens tomarem as ruas em várias partes do mundo para exibir essa bandeira.
Enquanto isso, países industrializados a mais não poder continuam tergiversando sobre o clima, apontando, por exemplo, algumas queimadas na Amazônia como sendo o perigo climático mais poderoso.
Na prática, a tendência continua sendo doar trilhões em dinheiro dos contribuintes para a indústria de combustíveis fósseis para impulsionar furacões, espalhar doenças tropicais e aumentar conflitos.
Mesmo sem uma presença oficial, o Brasil teve, na Cúpula do Clima, a estudante de Direito Paloma Costa, de 27 anos. E Greta Thunberg é apenas uma menina, mas a qual, em pouco mais de um ano, se tornou a voz mais ativa e influente contra as mudanças climáticas. Tornou-se um símbolo de esperança por ser alguém que critica de modo muito preciso, que diz o que os diplomatas não falam. Ou, quando falam, é com muita promessa vazia, como ela pontuou.
Sem ações concretas, as mudanças climáticas causarão danos e colocarão em risco as futuras gerações.
 
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