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Porto Alegre, segunda-feira, 09 de setembro de 2019.
Dia do Administrador e do Médico Veterinário.

Jornal do Comércio

Opinião

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Alterada em 09/09 às 03h00min

Educação profissional é exemplo

Jocelin Azambuja
Mais uma vez, o Brasil foi muito bem na maior competição profissional do mundo, a WordSkillls, realizada em Kazan, na Rússia. Ficamos em terceiro lugar, só atrás da China e Rússia. O Brasil, representado pelo Senai e Senac, desde 1983, acumula títulos, superando nações muito mais desenvolvidas de todo o mundo. A competição é realizada a cada dois anos e a próxima será na China.
Mais uma vez, o Brasil foi muito bem na maior competição profissional do mundo, a WordSkillls, realizada em Kazan, na Rússia. Ficamos em terceiro lugar, só atrás da China e Rússia. O Brasil, representado pelo Senai e Senac, desde 1983, acumula títulos, superando nações muito mais desenvolvidas de todo o mundo. A competição é realizada a cada dois anos e a próxima será na China.
Ficamos a nos perguntar: por que essas instituições alcançam sucesso tão grande e nosso ensino básico não?
Talvez a chave seja a gestão eficiente aliada a cursos dirigidos ao que os jovens buscam: ter uma profissão, um futuro, estudando em ambientes qualificados com estrutura material para lhes dar suporte a uma formação técnica de qualidade. Nossos cursos médios têm deixado a desejar, apesar da reforma do Ensino Médio para preparação ao trabalho, mas não na formação técnica.
Perdemos ao longo dos anos escolas qualificadas que formavam para o mundo do trabalho, tais como Parobé e Ernesto Dorneles, em Porto Alegre, que se desviaram desse eixo, assim como outras espalhadas pelo País. Algumas iniciativas foram feitas, mas é pouco para um País que carece de "mão de obra" qualificada.
Precisamos fazer uma reflexão importante para o estímulo da educação técnica no Brasil, estimulando parcerias nos estados e municípios com o Senai e Senac aproveitando a expertise que possuem.
O ensino técnico é fundamental para o crescimento do País, temos que oportunizar aos jovens novas possibilidades em sua formação e garantir ao Brasil não só a formação de "mão de obra", mas de "cabeças" capazes de se inserirem no novo mundo do trabalho, em que o conhecimento tem muito mais valor do que as commodities.
Precisamos sensibilizar enquanto sociedade o Ministério da Educação, as secretarias Estaduais e municipais de Educação para que aproveitem essas instituições e rapidamente possamos ampliar a formação para o trabalho, oportunizando aos jovens brasileiros uma oportunidade concreta de futuro, dando-lhes uma nova perspectiva de vida.
O Brasil não pode mais perder tempo em formar uma mão de obra qualificada para acompanhar o desenvolvimento que tanto queremos.
Nossos jovens precisam de uma oportunidade para mostrarem seu potencial e construírem seu futuro.
Presidente nacional do Partido da Educação Brasileira (PEB)
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