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Porto Alegre, terça-feira, 09 de julho de 2019.
Feriado em São Paulo - Revolução Constitucionalista.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

09/07/2019 - 15h07min. Alterada em 09/07 às 15h07min

É preciso fomentar a educação

Cesar Silva
É preciso fomentar a educação
É preciso fomentar a educação
Cesar Silva
 Em vez dos devaneios sem fundamentação científica, como o ensino domiciliar, os gestores da educação pública deveriam estar debatendo políticas públicas claras de fomento à educação. Embora muitas ações do governo atual possam ter ajudado a agravar a drástica redução de interessados no Ensino Superior (ES), em particular questionar o ENEM e trocar a chefia do INEP, responsável pela prova, a queda vem desde 2017, quando o número de inscritos no ENEM caiu 29,1% sobre 2016 e outros 9,8% em 2018 sobre 2017. Uma queda acumulada de 46,2%, dos 8,6 milhões de inscritos em 2016 para 5,1 milhões em 2019.
Na mesma linha, a forte alta de inscritos no exame para o certificado do Ensino Médio. Em 2018, dos 5,5 milhões de inscritos no ENEM, 1,69 milhões eram candidatos do ENCCEJA - Exame Nacional para Certificação de Jovens e Adultos. Em 2019, esse número cresceu 75,7%, para 2,97 milhões, sobrando apenas 2,15 milhões interessados no ES.
Outro sinal da desmotivação com o ES vem dos contratos de novos alunos no sistema de financiamento estudantil público (FIES), que desabou de 21,3% para 5,7%. No pico do programa, em 2014, foram 733 mil novos contratos - número que caiu para 287 mil. Para 2019, prevê-se apenas 100 mil.
Sem uma nova proposta de política indutora ao acesso ao ES, o cenário pode ser ainda mais catastrófico.
Presidente da Fundação Fundação de apoio à Tecnologia
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