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Porto Alegre, quarta-feira, 24 de abril de 2019.
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Jornal do Comércio

Opinião

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24/04/2019 - 03h00min. Alterada em 24/04 às 03h00min

Petróleo: riqueza até quando...

Getúlio Dorneles Fernandes da Silva
Há décadas falam que o petróleo vai acabar. No entanto, as reservas continuam fornecendo petróleo e novas são descobertas. Lá no passado, eu imaginava: não exploram os nossos poços e um dia essa riqueza mineral vai perder seu valor. Mais recentemente, ocorreu a euforia do Pré-sal. Chegou a ser anunciada a autossuficiência do Brasil. No governo passado, a imprensa anunciou a redução da produção brasileira em 30% e a importação equivalente do exterior.
Inclusive, informavam que o custo do barril explorado no Brasil seria de trinta dólares, enquanto os fornecedores repassavam em torno de oitenta dólares, se não me falha a memória. Tal atitude alinhou a cotação àquela praticada pelo mercado internacional e aumentou o preço não só dos combustíveis, mas, também, dos produtos que utilizam o frete para chegar até o consumidor. Não bastasse, retirou recursos da Petrobras que deixou de gerar mais empregos tanto no negócio, quanto na construção de novas plataformas. No meu entender, medida que impôs um preço muito alto para a Nação. Montadoras iniciam a produção de veículos automotores impulsionados por energia elétrica. Já existe o biocombustível, embora insuficiente. Depois, será a energia solar, hidrogênio a partir da eletrólise e outros que venham a ser descobertos. Para reduzir os gases poluentes na atmosfera, aos poucos, a frota abastecida com combustíveis fósseis vai ceder lugar às alternativas. E o que fazer com nossas reservas já descobertas e as que devem ter na Amazônia perto da Venezuela?
Nos Estados Unidos, professor do mestrado em Administração informou a descoberta da maior reserva de petróleo do mundo no Centro-Oeste do Brasil. Para se ter uma ideia do impacto que poderia causar na economia mundial, o poço estava sendo lacrado. Quem sabe se estende até a Venezuela? Com as reservas em exploração e mais as outras, se verdadeiras, resta a pergunta: riqueza até quando?
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