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Porto Alegre, sexta-feira, 31 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

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Opinião

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- Publicada em 01h00min, 28/02/2019.

Mínimo regional valorizado é benéfico

Guiomar Vidor
O salário-mínimo regional é uma importante ferramenta de valorização do trabalho, distribuição de renda e redução das desigualdades sociais, fatores que influenciam diretamente no crescimento econômico do nosso Estado. A lógica é simples. Quanto mais salário recebe, mais o trabalhador consome. E isso aumenta a produção, impactando na geração de emprego e no desenvolvimento econômico, fazendo a roda da economia girar.
O salário-mínimo regional é uma importante ferramenta de valorização do trabalho, distribuição de renda e redução das desigualdades sociais, fatores que influenciam diretamente no crescimento econômico do nosso Estado. A lógica é simples. Quanto mais salário recebe, mais o trabalhador consome. E isso aumenta a produção, impactando na geração de emprego e no desenvolvimento econômico, fazendo a roda da economia girar.
Todos os anos, desde a criação do mínimo regional, lutamos pela sua valorização, buscando, como consequência, um aumento real aos trabalhadores. Nos últimos dois anos, o governo Sartori o reajustou abaixo do INPC, acumulando perdas. Isso representou um achatamento da renda dos que menos ganham.
O mínimo regional atinge mais de 1,5 milhão de trabalhadores, que estão na base da pirâmide salarial no nosso Estado. Neste ano, o índice de reajuste sugerido pelas centrais é de 8,43%. O valor é resultado de 4,61% - o reajuste do salário-mínimo (R$ 998,00) -, somado aos 3,65%, que são a diferença entre a relação do valor de 1,30 salários-mínimos vigente na época de sua criação. Esperamos que o governo Eduardo Leite, no seu primeiro ano de mandato, sensibilize-se com aqueles que mais precisam do Estado como instrumento de proteção social e como indutor do processo de desenvolvimento econômico regional.
O Brasil e o Rio Grande precisam de ações que levem ao crescimento econômico e a redução da injustiça e desigualdade social, e não à recessão e ao aumento da concentração de renda.
Presidente da Fecosul e CTB
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