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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019.
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Jornal do Comércio

Opinião

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24/02/2019 - 01h00min. Alterada em 25/02 às 13h50min

Inteligência Artificial e o futuro do dinheiro

Ricardo Gobbo
As pessoas pensam em inteligência artificial com o conceito arquetípico da ficção científica como o Jarvis, do Homem de Ferro ou do clássico Exterminador do Futuro. Mas ela está presente e sendo utilizada no mais diversos setores de nossas vidas. Um deles é o mundo das finanças que vem evoluindo rapidamente. Empresas financeiras, consultores e startups - que vão desde grandes nomes de Wall Street como Morgan Stanley - estão descobrindo novas maneiras de pagar, emprestar, investir e conduzir transação financeira. E o ritmo dessa inovação não está desacelerando, ao contrário, ele está aumentando cada vez mais.
A inteligência artificial (IA) está redefinindo a indústria financeira tradicional. Nos últimos anos, houve muitas mudanças, avanços tecnológicos e um aumento na quantidade de dados disponíveis, tanto públicos quanto privados, que as empresas passaram a ter.
A partir de então passou a ser necessário novas técnicas e formas de analisar esses dados e extrair informações relevantes.
A IA veio para tornar os trabalhos ainda mais eficientes e produtivos. Como sempre ocorre na evolução, as profissões devem ser adaptadas às novas necessidades que forem surgindo. Na IOUU utilizamos técnicas de inteligência artificial para melhorar diversas áreas. Desde o cadastro do usuário que já é feito com um chatbot (utilizando "natural language processing", processamento de linguagem natural) para melhorar a experiência, o processo de análise de crédito de uma empresa (usando "Machine Learning", "aprendizado de máquina"), e indicações para investimentos baseadas no perfil de cada um.
As empresas que não se adaptarem a essas novas realidades perderão mercado e deixarão de fazer parte dessa revolução tecnológica.
Cofundador da IOUU
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