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Porto Alegre, terça-feira, 12 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Opinião

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12/02/2019 - 01h00min. Alterada em 12/02 às 01h00min

Cuidado na volta às aulas

Valdomiro Soares
Números traduzem o crescimento do comércio ilegal no Brasil. A soma de R$ 1,17 trilhão assusta quem investe no mercado legalmente. Dados de junho de 2017 a junho de 2018, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial e pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), revelam que, no Rio Grande do Sul, o total chega a R$ 76,48 bilhões, ou seja, 6% do montante nacional.
Os produtos ilegais são os que chegam ao comércio através de contrabando. Por apresentarem menor custo, são mais atrativos, o que prejudica quem busca trabalhar de forma legal e também a população, mesmo que ela, em um primeiro momento, não perceba o risco a que está submetida.
Na volta às aulas, o cuidado precisa ser redobrado, pois é uma época propícia para que o comércio informal se alastre pelas ruas de Porto Alegre e das principais cidades do Estado. É comum encontrarmos mochilas, estojos, lancheiras, massinhas de modelar, lápis de cor e tintas comercializados irregularmente.
Produtos contrabandeados não têm o selo do Inmetro, órgão que fiscaliza a qualidade dos produtos. Os que não foram testados sempre irão apresentar risco. Imagine que seu filho está manuseando uma tinta, que foi comprada de forma irregular, e desenvolve uma alergia por conta de um ingrediente que não foi aprovado pelo órgão?
Por isso, seja consciente e não contribua para o crescimento do mercado irregular. Lembre-se que muitas pessoas podem ser prejudicadas, inclusive você. Além disso, esses produtos não costumam ter uma longa durabilidade, o que, no final das contas, poderá sair ainda mais oneroso para o seu bolso. Pois, como diz o ditado popular, o barato sai caro.
Presidente do Grupo Marpa - Marcas, Patentes e Gestão Tributária
 
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