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Artigo

10/02/2019 - 01h00min. Alterada em 10/02 às 01h00min

Mercado de eventos é aposta do turismo

Manuel Suárez
O segmento de eventos cresce mesmo em tempos de crise, é o que apontam recentes pesquisas do setor. Cerca de R$ 854 bilhões (13% do PIB nacional) foram movimentados no Brasil no último ano graças a eventos dos mais variados tamanhos e estilos. E para 2019, a tendência é que esse número aumente.
O Rio Grande do Sul é um dos estados com o maior número feiras, principalmente do segmento rural, no Brasil. Atualmente são 681 feiras somente na Região Sul do País - ficando atrás apenas da Região Sudeste. E esse tipo de evento movimenta amplamente a economia das cidades, aumentando, inclusive, os postos de trabalho.
O fluxo turístico trazido por um evento começa dias antes dele iniciar, quando chegam à cidade os profissionais responsáveis pela montagem e os expositores - aqueles que vêm de fora. Quando o público chega, é preciso estar preparado, com a infraestrutura em dia e com opções de hospedagem e alimentação. Além disso, atrações turísticas e até de compras podem fazer com que os visitantes deem uma esticadinha na permanência na cidade - e ai está a importância de se pensar no turismo de forma ampla, não atendendo apenas as necessidades básicas de quem chega, mas também criando atrativos que os façam ficar mais e querer voltar.
Segundo estudo de competitividade para o Turismo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil está em 1º lugar em atrativos naturais, em um ranking de 136 países. E isso é de grande valia para um estado como o Rio Grande do Sul, com tantas paisagens, clima com estações bem definidas e cultura marcante. Portanto, é preciso incrementar o turismo nas cidades que recebem fluxo de eventos com roteiros e estruturas de lazer. Enxergar o que cada região tem de melhor e investir nisso é o que destaca as cidades que entendem o valor do turismo.
Presidente do Sindihotel 
 
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