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22/01/2019 - 01h00min. Alterada em 22/01 às 01h00min

EPTC e sua extinção

Sérgio Becker
Noticiou-se, recentemente, que a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) acumula um déficit de R$ 677 milhões nos últimos anos e que esse déficit, segundo seus dirigentes, se deve à folha de pagamento de pessoal. Com um quadro de mil e poucos funcionários, a empresa tem metade deles trabalhando nas ruas (multando, que é das multas que a empresa vive) e metade na administração, entre os quais 26 funções gratificadas, ou seja, assessores de coisa nenhuma.
Não foi noticiado, mas parece que esse pessoal pouco produtivo recebe seus salários em dia, enquanto os funcionários que realmente atendem a população - como os bravos médicos, enfermeiros, enfim, o pessoal da saúde pública - sofrem com atraso no pagamento de seus salários. Pela lógica, que o dicionário define como a ciência das leis da coerência, a EPTC deveria já ter sido extinta e substituída por centenas de pardais e um organismo enxuto para atender aos acidentes e prestar serviço de fiscalização dos táxis.
Lembro que, no segundo semestre do ano passado, era comum ver os funcionários do HPS (Hospital de Pronto Socorro) acampados defronte o estabelecimento, em campanha pelo pagamento em dia dos salários. Quem sabe uma campanha pela extinção da EPTC? Afinal, por provocar déficit, o prefeito Nelson Marchezan Junior (PSDB) imaginou privatizar a secular Cia. Carris, que presta um serviço inestimável à população. A EPTC - que prejudica a população motorizada (se pudesse, multava os ciclistas, os pedestres e quem tivesse pela frente) e que, por lei, não pode ser privatizada -, então, que seja extinta.
Jornalista
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Comentários
Fraga 25/01/2019 17h59min
Obrigado pelo esclarecimento Patrícia Comunello!
Thiery claas 23/01/2019 15h41min
Esse tipo de comentário parece vindo de alguém imprudente na direção, afinal reclamar que se pudessem multariam até pedestres e ciclistas é uma falácia. Pelo que vejo nas ruas, a EPTC deveria multar muito mais! É entendível um comentário equivocado destes, visto que o próprio presidente da EPTC se equivocou ao citar o número de funcionários "administrativos", afinal ele dividiu a empresa em agentes de trânsito e adms, quando a maioria dos "adms" é operacional, como pintores, eletricistas técnicos..
Patrícia Comunello 23/01/2019 12h21min
Prezado Fraga: o conteúdo é de um artigo de opinião, não de apuração da equipe do Jornal do Comércio. Atenciosamente, Patrícia Comunello, editora assistente Site JC
Fraga 23/01/2019 12h04min
Pobre JC..... mal servido de "jornalista".....que nem deve saber o que código de trânsito.....se não, não escreveria tantas asneiras. Burrice ou o que?
Fraga 23/01/2019 11h39min
Percebesse que tu não sabe do que fala.....que se alguém é multado, o é com base em lei....digno de pena um jornalista tão medíocre.