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Porto Alegre, sexta-feira, 21 de dezembro de 2018.
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Ideologia, ética e moral

Jorge Claudio de Almeida Cabral
Há indivíduos públicos que, quando aparecem aos olhos de alguém, produzem uma certa náusea, não pelo aspecto físico asqueroso, mas por seus comportamentos escusos, contrários às atitudes mais elementares da boa conduta, assim considerada, dentro dos parâmetros do contexto social construtivo e dignificante para a melhoria do ambiente e das pessoas. Não é o caso de ser ou não verdadeiro, até porque certas mentiras são consoladoras e necessárias. Observa-se que essas práticas desprezíveis com intensidade e comum foi a que norteou e norteia grande parte da gestão política como regra nas relações negociais de interesse mútuo. Utilizando tão somente o interesse como manto da ideologia, que, às vezes, esta sim, cega e fanática, justifica idolatrias e comportamentos esdrúxulos no fascínio da defesa do indefensável.
Tal prática se tornou tão corriqueira no meio político que passamos a conviver de modo natural, com esses fatos e atos tão desagradáveis na sociedade, como se fosse espécie de uma dor fisiologicamente crônica sem cura, embora sintamos sua presença não cria mais intensidade por estarmos acostumado a ela.
Assim, vemos naqueles em que o poder está a se esvair de suas mãos, a ânsia de promover em desespero derradeiro atos estertores pela sobrevivência futura, na tentativa da sobrevida como recompensa pelo favorecimento nos interesses daqueles que permanecerão no poder. São regras éticas de uma convivência espúria, onde o valor moral está limitado apenas em seus tamanhos como indivíduos de estaturas baixas. Como aquele que viu ao sair do motel com a esposa do amigo, sua mulher chegando no motel com o próprio amigo. Ali se estabeleceu entre eles a ética de suas regras, pois aquele que saía esperou a sua sair para ambas trocarem de carro e todos irem felizes para suas casas.
Advogado e escritor
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Tal prática se tornou tão corriqueira no meio político que passamos a conviver de modo natural, com esses fatos e atos tão desagradáveis na sociedade, como se fosse espécie de uma dor fisiologicamente crônica sem cura, embora sintamos sua presença não cria mais intensidade por estarmos acostumado a ela.
Assim, vemos naqueles em que o poder está a se esvair de suas mãos, a ânsia de promover em desespero derradeiro atos estertores pela sobrevivência futura, na tentativa da sobrevida como recompensa pelo favorecimento nos interesses daqueles que permanecerão no poder. São regras éticas de uma convivência espúria, onde o valor moral está limitado apenas em seus tamanhos como indivíduos de estaturas baixas. Como aquele que viu ao sair do motel com a esposa do amigo, sua mulher chegando no motel com o próprio amigo. Ali se estabeleceu entre eles a ética de suas regras, pois aquele que saía esperou a sua sair para ambas trocarem de carro e todos irem felizes para suas casas.
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