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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Alterada em 28/11 às 01h00min

Eleições no Simers

Edson Prado Machado
Transcorridos 20 anos de poder absoluto à frente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, a atual representante do poder autocrático ali instalado ainda se recusa a aceitar, na prática, que a categoria médica, democraticamente, elegeu uma nova diretoria que representa transparência, participação e, sobretudo, renovação. Finalizado o pleito, depois de uma campanha dura, na qual os opositores enfrentaram toda sorte de dificuldades interpostas pela situação para serem alijados da disputa, e proclamado o resultado oficial reconhecendo a vitória da chapa 2, Renova Simers, a presidente em exercício, ao ser procurada pelos novos dirigentes eleitos, para compor um gabinete de transição, disse que levaria o assunto à deliberação da diretoria em 12/11/2018. Posteriormente, fez contato para dizer que a diretoria foi contrária a essa solicitação por entender que tal assunto deveria ser abordado e autorizado pela reunião de diretoria ampliada que irá ocorrer em 30 de novembro.
Ora, há quase dois anos, é pedido que o Simers mostre as contas, inclusive com ações judiciais que são postergadas com a interposição de todo o tipo de recursos. Cada vez preocupa mais essa resistência em franquear os dados do sindicato. Agora, existindo uma nova diretoria eleita, legitimada pelos votos da maioria dos médicos associados, esta procrastinação é um atestado da índole antirrepublicana, vingativa e autoritária de quem não trata o Simers como a representação dos médicos, mas como algo de sua propriedade, como se dono, ou dona, fosse. Exigimos respeito à vontade da categoria. Não acreditamos que possam haver caixas-pretas tão pretas que não possam ser abertas agora. Exigimos um núcleo de transição conforme solicitado pessoalmente e até por Notificação Extrajudicial. Queremos acessar os dados da entidade para que não haja solução de continuidade que paralise o Simers. Queremos transição já, como costuma ocorrer de praxe em órgãos públicos e mesmo privados.
Integrante da diretoria eleita do Simers
 
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